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Helloo inova como única rede social de condomínios residenciais

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helloo, primeira rede social de condomínios residenciais, continua inovando na experiência dos moradores. Neste ano, a empresa de mídia digital out of home, começou a gerar conteúdo próprio, customizado para a audiência e produzido por seu novo hub de criação. Além disso, rede social possui um app, lançado em maio, para permitir a interação da audiência com a plataforma.

Conteúdo personalizado nas telas

A nova grade de conteúdo contempla exclusivamente o universo casa, que no último ano ganhou maior relevância e novas funções como espaço de trabalho, estudo, academia ou entretenimento. Por isso, os posts atuais abordam educação, crianças, convivência em comunidade, decoração, reformas, culinária, serviços, dicas culturais e brincadeiras, entre uma infinidade de assuntos pertinentes para quem está em casa.

Seis influenciadores, com perfis diferentes, potencializam os assuntos abordados nas editorias e dão dicas aos moradores, em linguagem leve e bem-humorada. Outra adequação, as telas da helloo ganharam novo design e identidade gráfica semelhante às redes sociais.

“Trata-se de uma mudança significativa também para os anunciantes, que ganham a possibilidade de fazer parte desta conversa e impactar uma audiência predisposta a absorver o conteúdo de maneira mais relaxada, por se encontrar em sua própria casa”, afirma a vice-presidente comercial e de marketing da helloo, Ana Brito.

Inovação na utilização de dados mobile

Além das novidades no conteúdo das telas, a helloo possui um app que também conversa diretamente com os moradores. No mercado mobile, a empresa mantém a característica de inovação constante.

Visando qualificar a sua audiência, formada por moradores e público que circula em elevadores de edifícios residenciais, a helloo lançou nesse ano uma solução digital inédita em seu segmento: a união de três mídias, o DOOH (digital out-of-home), o Wi-Fi e o Mobile Extension, que utilizadas em diferentes combinações e propósitos passam a garantir às marcas mais possibilidades e assertividade em campanhas e ações.

“Com a qualificação da base, via dados mobile, é possível ir muito além da geolocalização e segmentar cada vez mais os prédios por atributos e perfis da audiência, passos importantes para oferecer a compra programática, destaca o CEO da helloo, Felipe Forjaz.

Solução mobile Behavior

Para aprimorar a qualificação de dados e traçar perfis comportamentais por condomínios, a helloo adotou a solução mobile behavior, que coleta e classifica dados disponíveis via smartphones, utilizando como ponto de partida o endereço de cada edifício. De forma anônima, a solução identifica os hábitos de locomoção desses celulares, mostrando o destino de mais de meio milhão de moradores, seja em shoppings, escolas, supermercados e concessionárias, além de quais tipos de apps estão instalados nesses smartphones.

Outra novidade oferecida pela helloo ao anunciante, o Mobile Extension estende a veiculação das campanhas nas telas dos elevadores para os smartphones dos moradores que, por sua vez, ganham novos acessos e possibilidades de interação. Já a mídia Wi-Fi permite impactar a audiência da helloo em ambientes diversos além da sua residência, tais como academias, hotéis, aeroportos, terminais rodoviários e lojas, entre outros.

“A utilização dos dados mobile aliados ao DOOH ampliam as possibilidades de segmentação e de ativação, pois consideram o comportamento no mundo real. Essa integração de tecnologias aumenta significativamente a segurança dos anunciantes ao escolher o meio DOOH no mix de mídia”, diz João Pedro Ribeiro do Val, diretor de Novos Negócios da Hands.

O conjunto de inovações que possibilita hoje à helloo acompanhar toda a jornada do consumidor, da origem até o destino, contou com parceiras com a Zoox Media e a Hands, empresas responsáveis pelo fornecimento da mídia Wi-fi e pela qualificação da base, respectivamente.

“Juntamos nossas forças e inteligência de mídia para endereçar este mix inédito de Dooh + Wi-Fi junto ao mercado publicitário”, afirma Caio Casado, Head of Customer Success, da Zoox Media.

Inovações em tecnologia refletem em resultado

Para Ricardo Moriwaki, gerente digital da helloo, a vocação da empresa para a inovação é o pilar que vem garantindo resultados acima das médias de mercado.

De janeiro a maio deste ano, a helloo registrou aumento de 201% no faturamento, comparado ao mesmo período do ano anterior.

“Vamos aproveitar a sinergia entre o crescimento tanto do número de telas da helloo quanto de celulares no Brasil e avançar ainda mais em processos de interatividade, seguindo as normas da LGPD”, afirma o executivo.

Helloo mantém crescimento

De acordo com o CEO da helloo, Felipe Forjaz, dentro do meio OOH, o segmento residencial foi o que menos sofreu perdas de audiência durante a pandemia e essa peculiaridade contribuiu para atrair novos anunciantes.

“Como resultado, a nossa receita publicitária cresceu 41% em 2020, e aproveitamos o período para continuar a expansão nacional, promover inovações e desenvolver nossas tecnologias proprietárias de ponta, como esta que permitirá em breve a interação entre a audiência e a plataforma, seja na colaboração de conteúdo, ou na comunicação com as marcas, comentou Felipe.

Onde a helloo está presente

A helloo está presente em 20 cidades, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Goiás. Dessa forma, a empresa abrange mais de 2.200 edifícios residenciais, totalizando 210 mil apartamentos, 635 mil moradores/dia e 3 milhões de impactos diários.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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