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Havaianas, marca da empresa Alpargatas, faz parceria com a Colgate-Palmolive para campanha em prol de comunidades vulneráveis

100 mil famílias ganharão kits com Havaianas, produtos de higiene e de limpeza doados pela Colgate-Palmolive em cinco grandes capitais do país
A Havaianas, marca da empresa Alpargatas, entrou na luta contra a COVID-19. Como uma legítima brasileira, que divide a vida (e os passos) com milhões de brasileiros, a Havaianas se une aos coletivos de comunidades em cinco capitais do Brasil para, juntos, começarem o movimento #EmpatiaGeraEmpatia, que visa contribuir com quem mais precisa de apoio nesse momento: pessoas em situação de vulnerabilidade social. A ideia é construir uma Rede do Bem com a adesão de outras empresas ao movimento. A primeira a aderir é a Colgate-Palmolive, que doará mais de 100 mil unidades de sabonetes das suas marcas de cuidados pessoais, Protex e Palmolive.
A iniciativa tem como mote “se colocar nos calçados dos outros” para construir mais EMPATIA e terá a participação da Agência Solano Trindade de Cultura (Capão Redondo e Campo Limpo, São Paulo-SP), do Coletivo Papo Reto (Complexo do Alemão, Rio de Janeiro-RJ), do Bloco Afro Ilê Aiyê (Curuzu/Salvador-BA), do Jovem de Expressão (Ceilândia-DF) e da Lá da Favelinha (Aglomerado da Serra, de Belo Horizonte-MG).
O movimento está dividido em duas grandes ações. A primeira delas é a entrega inicial de kits de itens básicos como produtos de higiene e limpeza doados pela Colgate e Havaianas para 100 mil famílias. A iniciativa é essencial para minimizar o impacto da pandemia nas comunidades carentes e reforçará os hábitos de higiene e prevenção por meio da educação sobre lavagem das mãos. Uma pesquisa do Data Favela aponta que 32% dos moradores dessas comunidades terão dificuldade de comprar itens básicos de sobrevivência durante a pandemia. A entrega dos kits será viabilizada com o apoio do Grupo Martins Atacadistas.
“O cuidado com a saúde e o bem-estar da população é nossa razão de existir. A Colgate Brasil, há mais de 25 anos, atende comunidades com educação e doação de kits de higiene oral. Nesse momento, participar de uma campanha como essa reforça o nosso compromisso com a saúde e higiene das comunidades que mais precisam de ajuda. Se cada um fizer uma parte, juntos podemos fazer a diferença e construir um futuro em que todos possam sorrir”, afirma Maria Paula Capuzzo, presidente da Colgate-Palmolive.
A segunda grande ação da Havaianas é o fornecimento de equipamentos de áudio e vídeo para que o coletivo Papo Reto, liderado por Raul Santiago, um dos 20 líderes globais indicados pela ONU, continue divulgando informações importantes para a comunidade neste momento.
“Esse é só o primeiro passo, queremos começar uma corrente do bem para termos mais ações como essa. Temos um compromisso com nossos colaboradores e com a comunidade global. Nesse momento, queremos contribuir com a proteção da sociedade e, ao ajudarmos as comunidades mais vulneráveis, estamos caminhando para um amanhã melhor”, completa Roberto Funari, presidente da Alpargatas.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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