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Grupo Velocity anuncia ações de marketing para comemorar 10 anos

O Grupo Velocity preparou uma série de atividades especiais durante os meses de junho e julho para marcar seus 10 anos de sucesso. O foco são ações promocionais e comemorativas em todas as unidades no Brasil, visando proporcionar experiências únicas, tanto em eventos quanto lançamentos e ações promocionais, para engajar ainda mais seus alunos e a comunidade velovers.
Criada em 2014 pelo neozelandês Shane Young, o Grupo Velocity começou com um estúdio da marca no Itaim Bibi, em São Paulo, em 2014. O empresário se inspirou nas aulas de spinning que praticava em Nova York, e resolveu trazer a prática para o Brasil, com algumas adaptações que apostou para o público brasileiro, como a prática integrada de bem-estar físico e mental, o que não era comum há 10 anos atrás.
O empresário também trouxe para a sociedade, em 2015, a influenciadora Gabriela Pugliesi, trazendo sua legião de fãs e seguidores para a marca. 10 anos depois, o Grupo Velocity se tornou sinônimo na categoria de bike indoor e celebra o marco de mais de 100 studios em operação em todo o Brasil, com a previsão de fechar o ano com mais de 146 unidades abertas, sendo 100 Velocity e 46 Kore.
Neste 10º aniversário, o Grupo Velocity vai investir mais de R$ 1 milhão durante o ano em iniciativas de marketing, com foco em sua comunidade, que vão desde eventos especiais até sorteios e parcerias.
O Grupo também irá investir num projeto de merchandising comemorativo de 10 anos e envelopamento de todas as unidades no Brasil. As novidades podem ser conferidas nas redes sociais da marca, que juntas somam mais de 350 mil seguidores.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







