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Gi Group nomeia primeiro CEO brasileiro

No Brasil, Carlos Martins substitui Paulo Canoa, que passa a assumir as operações da multinacional italiana de RH no Reino Unido
Gi Group, multinacional italiana de recursos humanos, faz mudanças nos comandos nos dois dos maiores mercados do grupo. Carlos Martins assume como CEO da filial brasileira, substituindo Paulo Canoa, que passará a dirigir a unidade do Reino Unido e Irlanda.
Paulista, nascido em Santo André, na Grande São Paulo, Carlos Martins é o primeiro brasileiro a comandar a companhia no Brasil. Graduado em comércio exterior pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul, com MBA pela Fundação Getúlio Vargas e extensão na Universidade da Califórnia em “Global Business Management”, o executivo tem mais de 20 anos de experiência em consultoria empresarial como Arthur Andersen e Ernst & Young, e presidiu outro importante player do setor, a Korn Ferry Advisory na América do Sul.
O novo CEO da Gi Group Brasil inicia a gestão com o desafio de implementar estratégias para driblar os impactos do Covid-19 no mercado de trabalho e manter o ritmo de crescimento da companhia, que vem registrando aumento na receita acima dos 25% nos últimos anos, superando por dois anos consecutivos o índice das mais de 50 filiais globais do grupo, e vem conquistando prêmios do setor no mercado nacional e internacional.
A sua missão é dirigir as operações mantendo os valores e as metas da companhia de acordo com a estratégia Global, com objetivo de levar o time de heads das divisões e empresas do grupo — Gi Temp & Perm (de contratações mão de obra efetiva e temporária), BPO (de terceirização), agência de marketing promocional C2C — Close to Consumer e Wyser (de média e alta gerência) – a manter o crescimento, sustentabilidade e ampliar a participação de cada uma no mercado.
“Para mantermos o sucesso que tivemos ao longo dos últimos anos, continuaremos focando fortemente em nossos clientes, oferecendo soluções com qualidade diferenciada. A nossa diferença está na equipe capacitada, engajada e empoderada que faz a diferença junto ao cliente. Esta equipe trabalha um ambiente interno de cooperação, aprendizado, inovação e com muita paixão. Reforçaremos nossos valores, investindo cada vez mais na equipe e trabalhando por um mundo melhor”, afirma Martins.
O executivo também ressalta o posicionamento da Gi Group Brasil para contribuir para conter o avanço do Covid-19. “Neste momento tão difícil e complexo que estamos vivendo globalmente por conta da pandemia, trabalharemos arduamente para cuidar das nossas pessoas e da sociedade com muita responsabilidade e sairemos dessa fortalecidos como empresa, país e indivíduos”.
Após quatro anos, Paulo Canoa, deixa a direção da filial brasileira com importante legado. Durante a sua gestão, Canoa manteve forte ritmo de crescimento tanto em volume de contratações como também em receita, mesmo sob forte recessão econômica do país.
Os resultados positivos dos últimos anos renderam a Gi Group Brasil prêmios internos da companhia como “Country of the Year”, destinado à filial de maior crescimento do grupo, em 2018 e 2019; “Melhores Resultados” com a unidade BPO (terceirização de mão de obra) em 2018; e “Global Award 2019”, concedido a Wyser por atingir maior crescimento em relação às demais unidades globais. Nesse período, a filial também conquistou títulos importantes do mercado de recursos humanos no Brasil, como “Melhores Fornecedores de RH”, de Top 5 do prêmio “Top of Mind de RH”, “Best Place to Work” da Infojobs.
Agora, como head da Gi Group Reino Unido, Paulo Canoa tem como objetivo otimizar o desempenho e alavancar o crescimento de um dos maiores mercados do grupo. “Por meio das marcas Gi Group, Grafton Recruitment, Marks Sattin, INTOO e TACK TMI, os negócios do Reino Unido serão posicionados para desempenhar um papel ainda mais significativo nos planos de crescimento global do Gi Group”, afirma o executivo.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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