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Getty Images anuncia bolsa de US$ 40.000 para incentivar e apoiar os fotógrafos que capturam o amplo impacto de COVID-19 em suas comunidades

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Parte da série anual Reportage Grant da Getty Images, oito bolsas de US$ 5.000 serão concedidas a fotojornalistas que trabalham para capturar com segurança as histórias do COVID-19 em todo o mundo em 2020

Getty Images, líder mundial em comunicação visual que comemora seu 25º ano, anunciou o lançamento de sua mais recente série Reportage Grant focada em histórias relacionadas ao COVID-19. Entendendo que o vírus e as restrições de viagens resultantes apresentaram aos fotógrafos em todo o mundo imensos obstáculos de como e onde eles trabalham, além de oportunidades para transmitir o amplo impacto da pandemia e também informar o público, a Getty Images deseja apoiar eles em seus esforços para fazê-lo com segurança.

“Em meio às incertezas globais que apresentam desafios sem precedentes, a narrativa se torna mais importante do que nunca, pois o conteúdo visual é capaz de demonstrar de maneira exclusiva como esse vírus está afetando a vida cotidiana em todo o mundo” afirmou Ken Mainardis, Vice-presidente sênior de conteúdo da Getty Images. “Embora a pandemia do COVID-19 pareça diferente dependendo da localidade, é claro que os efeitos desse vírus durarão mais do que somente emergência imediata na saúde pública, criando uma necessidade de histórias que detalhem implicações socioeconômicas, sociais e de bem-estar, bem como inovação em termos de ciência e tecnologia.”

Por mais de 15 anos, o programa Getty Images Grants apoia fotógrafos independentes, que se esforçam para contar histórias detalhadas de importância pessoal e jornalística, dando como prêmio mais de 1,7 milhão de dólares até o momento. As bolsas Reportage Grants 2020, cada uma avaliada em US $ 5.000, será concedida a oito fotógrafos que reportarem com segurança histórias relacionadas à pandemia do COVID-19, com especial consideração para aqueles que trabalham em seus locais de origem ou regiões próximas a estas. Os ganhadores serão selecionados entre um grupo de participantes do mundo todo e julgados por um estimado painel de fotógrafos, jornalistas e criativos.

Saúde e segurança continuam sendo uma prioridade, e a Getty Images pede que todos os candidatos cumpram as leis locais e nacionais que regem como os jornalistas trabalham e viajam em meio às restrições de quarentena. As inscrições serão encerradas na sexta-feira, 15 de maio, à meia-noite. Visite https://wherewestand.gettyimages.com/grants/ para saber mais.

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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