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Fred e Chico revelam spoilers da Supercopa Desimpedidos no Digitalks

Com 10 anos de experiência em criação de conteúdo esportivo nativo digital, a NWB, content tech do Grupo SBF, se tornou referência no entretenimento de futebol e, um dos grandes motivos, é o Desimpedidos com campeonato que é a maior collab da internet, a Supercopa Desimpedidos. No primeiro dia de Digitalks Expo 2023, a empresa apresenta as novidades da 7º edição da competição com a participação dos criadores de conteúdo Fred Bruno e Chico Pedrotti do Desimpedidos, além de trazer o painel sobre os aprendizados da cobertura do mundial feminino de futebol em parceria com a Stilingue by Blip, plataforma de monitoramento e interação de conversas em canais digitais.
O painel teve plateia lotada, com mais de mil pessoas no público para assistir as novidades sobre Supercopa Desimpedidos, que terá o aniversário de 10 anos do Desimpedidos como mote na edição 2023. O campeonato promete ser o maior de todos os tempos para levar o melhor conteúdo do futebol mais zoeira que a internet brasileira já viu. Fred e Chico revelaram spoilers como a inédita participação da comunidade em toda a história, a competição proporcionará uma experiência figital aos fãs. Outra novidade é o fardamento dos times com nome, design dos brasões e as cores das camisas inspiradas na trajetória do canal.
Ainda falaram sobre os possíveis jogadores. Enquanto Fred contou que Rodrigo Hilbert demonstrou interesse em participar na Supercopa Desimpedidos e que vai cobrar essa presença ilustre. Chico contou que a expectativa nesta edição é que venha muita gente ruim de bola para entregar o entretenimento para o público.
“Foi um privilégio poder falar de um projeto tão especial e tão significativo para internet quanto a Supercopa Desimpedidos. Espero que nosso painel traga ainda mais parceiros e fãs para esse projeto em 2023, que vem com novidades que podem ser um divisor de águas na evolução da competição. Agora é trabalhar para fazer essa Supercopa ainda maior e melhor que as edições anteriores”, conta Pedro Drable, head de criação da NWB.
Já no palco sobre o mundial feminino, que virou case de criação de conteúdo da NWB, em parceria com a Stilingue by Blip, ferramenta de social listening, foi realizada uma verdadeira aula sobre os aprendizados e estratégias da cobertura do mês da competição, da sinergia entre as empresas para monitorar, entender e conectar a comunidade interessada no evento esportivo.
Alguns dos pontos explorados são: o ajuste de rota da estratégia durante todo o período para acompanhar o campeonato, a descoberta sobre o público masculino ainda ser a maior parte dos usuários que falam sobre futebol feminino, a entrega de conteúdos que geram conversa com o momento dos jogos e que são capazes até de prever momentos do campeonato, e a criação de conteúdo viral como o meme ‘periquita pistola’ que gerou mais de 1,6 milhão de visualizações no Twitter.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







