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FEIRA EBS: 18 anos de negócios, incentivos, inovação e educação corporativa

Evento se consolida no setor trazendo o que há de melhor em exposição, congresso e rodadas de negócios
Completando 18 anos, a Feira EBS – Evento Business Show, considerada o maior evento no Brasil dirigido ao segmento MICE (eventos corporativos, incentivos, congressos e feiras) e T&D (treinamento e desenvolvimento), acontece dias 3 e 4 de Junho de 2020, das 13h30 às 19h, no Centro de Convenções Rebouças, São Paulo – SP. A Feira reúne toda a cadeira produtiva deste mercado, proporcionando muito conteúdo, informação, networking qualificado e, principalmente, negócios.
A EBS mostra o potencial do segmento de eventos corporativos, incentivos e treinamentos, por meio de mais de 90 empresas expositoras que apresentam um mix de soluções para os profissionais que organizam, promovem e realizam eventos. Serão diversos espaços para eventos, destinos, gastronomia, equipamentos, tecnologia & inovação, opções de treinamento, educação corporativa, saúde e bem-estar. O evento é restrito aos profissionais que atuam no setor.
Organizada pelo Grupo EventoFacil, a Feira EBS é a melhor oportunidade para conhecer mais sobre o segmento, e oferece em sua programação palestras, oportunidades de negócios e ações voltadas para a idealização de eventos corporativos, incentivos e treinamentos.
A Feira EBS é parte integrante de outras atividades, que são realizadas nos dois dias de evento. Além da exposição são realizadas rodadas de negócios (Speed Meetings), a maior do mercado, em número de compradores e fornecedores. Possui também uma programação de conteúdo gratuita apresentada nas três Arenas Experience instaladas na área de exposição, na parte da manhã o evento recebe os participantes no Congresso MICE Brasil, com os debates mais aprofundados com os principais especialistas deste mercado.
“O sucesso da Feira EBS deve-se à nossa preocupação de entender as expectativas do mercado e rapidamente atender. Percebemos que alcançaríamos o sucesso se o nosso evento atendesse diversas necessidades provendo experiências únicas ao nosso público alvo”, comenta Marcello Baranowsky, CEO do Grupo EventoFacil, que complementa: “Desenvolvemos o Congresso MICE para os que buscam temas mais aprofundados e acalorados; as Arenas para assuntos objetivos e rápidos, a exposição traz um mix de fornecedores; e os Speed Meetings – rodadas de negócios – atendem aqueles que buscam otimizar o seu tempo”.
Ao chegar aos seus 18 anos, a feira tem a expectativa de atrair mais de dois mil profissionais entre gestores de marketing, eventos e compras de empresas que demandam produtos e serviços para eventos corporativos, além dos responsáveis por incentivos, treinamentos e RH/treinamentos, que participarão da exposição e eventos simultâneos distribuídos nos 17 mil m² de infraestrutura do Centro de Convenções Rebouças.
Arenas Experience
Seguindo o conceito “Novos Conceitos e Novas Experiências”, a edição de 2020 terá uma programação com palestras gratuitas, oferecidas nas arenas, montadas em pontos estratégicos dentro da Feira EBS, onde os interessados poderão assistir as apresentações sem a necessidade de se deslocar para uma sala fechada, permitindo com isso que o visitante fique mais tempo dentro da exposição mantendo contato com todos os expositores. A proposta é promover conteúdo relevante, inovação, enriquecimento profissional e, claro, networking entre os participantes.
Serão 36 palestras gratuitas realizadas em três arenas distribuídas pelo evento, dirigidos aos segmentos MICE e RH/T&D, abordando assuntos de interesse dos gestores de marketing, eventos, RH, treinamento, incentivo e compras das principais empresas do país. Todo o conteúdo será transmitido com ajuda de receptores com fones, que permitem que o visitante possa escolher qual delas deseja assistir e qual mais se enquadra ao perfil de sua empresa.
Congresso MICE Brasil
O Congresso MICE Brasil é o maior evento de conteúdo voltado ao segmento MICE (Meeting, Incentives, Conferences and Exhibitions) realizado no País. A 5ª edição, acontece simultaneamente à Feira EBS, porém com início no período da manhã, das 8h às 13h.
O congresso é o único atrativo sem entrada franca desses dois dias de feira, e visa proporcionar conteúdo exclusivo com diversas palestras e debates. É direcionado para gestores de eventos corporativos, incentivos, congressos e feiras, profissionais de marketing, eventos, RH/treinamentos corporativos, agências, organizadores de eventos, destinos & CVBs e demais profissionais da indústria MICE. Os números desta edição impressionam: é prevista a participação de 500 congressistas em 32 horas de palestras.
A aquisição do ingresso para o Congresso MICE Brasil inclui almoço de relacionamento no local, visitação completa à 18ª Feira EBS e acesso às 36 palestras apresentadas nas três Arenas Experience. A pré-venda das inscrições (até 20 de fevereiro) já encontra-se disponível no site www.congressomicebrasil.com.br com valores a partir de R$ 500.
Speed Meeting Global
Paralelamente à feira e as rodadas de negócios da EBS, será realizado no dia 3 de junho o Speed Meeting MICE Global, dirigido exclusivamente aos compradores e fornecedores de produtos e serviços para eventos internacionais. O objetivo é poder ser mais assertivo na hora de apresentar as soluções como hotéis, destinos, logística internacional aos compradores que demandam por esses serviços.
Mercado em plena ascensão
O mercado de feiras e eventos é um dos que mais crescem no Brasil, cerca de 14% ao ano, segundo últimos dados fornecidos pela Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC). Gastos do setor giram em torno de R$ 210 bilhões em eventos corporativos e R$ 16 bilhões em eventos sociais, o que representa 4,32% do PIB Nacional. Atualmente são realizados mais de 590 mil eventos anualmente no País, tendo R$ 209,2 bilhões de faturamento (em toda a cadeia de serviços) e 203 milhões de participantes.
Os profissionais dos setores MICE e RH/T&D entendem a importância e os benefícios de participarem de eventos dirigidos aos seus segmentos de atuação. Sabem que estar por dentro das notícias do setor, novidades e tendências sobre produtos e serviços, novas tecnologias e destinos, permite às empresas otimizar o engajamento de sua equipe e/ou clientes, prospectar potenciais clientes com menor investimento e aumentar o valor percebido dos produtos e serviços, gerando maior visibilidade.
Considerada a maior vitrine dos eventos corporativos e treinamentos, a feira contribui significativamente para a aproximação das marcas com seu público e reúne toda a cadeia produtiva dos segmentos de eventos corporativos, incentivos, treinamentos, congressos, feiras e entretenimento.
Mais informações: www.feiraebs.com.br ou pelo telefone: (11) 3812-7363.
Eventos
Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.
Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.
O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.
Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.
Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”
Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.
Eventos
Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.
Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.
Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.
No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.
O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.
Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.
Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.
O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.









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