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Fãs de K-Pop batem recorde no Twitter com a hashtag ‘#KpopTwitter’

Enquanto 2020 mudou a maneira como desfrutamos dos mais variados tipos de entretenimento, o K-Pop continuou a ser um fenômeno cultural mundial e é uma das comunidades mais globais no Twitter atualmente. Os fãs se conectaram com seus artistas favoritos e participaram de conversas ao redor do mundo, estabelecendo um novo recorde global de 6,7 bilhões de Tweets relacionados ao K-Pop em 2020. Com mais de 300 tópicos para seguir na plataforma, está mais fácil do que nunca ver e participar das melhores conversas sobre os artistas de K-Pop todos os dias.
Os países que geraram mais burburinho sobre o K-Pop mostraram que a popularidade do gênero continua a crescer, levando novos mercados ao topo. O surgimento de conversas de fãs na Indonésia e na Índia gerou Tweets suficientes para levar ambos ao topo do ranking de 2020, com a Indonésia ocupando o primeiro lugar e a Índia entrando no Top 10 pela primeira vez. Apesar da competição acirrada, Brasil e México conseguiram manter suas posições no Top 10, enquanto a Espanha entrou, pela primeira vez, na lista dos 20 países que mais falam sobre o K-Pop.
Conectando artistas com fãs: transmissões ao vivo, prêmios virtuais e muito mais
Ao longo do ano, os artistas encontraram maneiras de se manterem conectados com os fãs para substituir shows, eventos e outras atividades. O #TwitterBlueroom contou com muitas das transmissões ao vivo mais populares para que os fãs pudessem conhecer melhor os principais artistas de K-Pop.
O #TwitterBlueroom permitiu que os artistas de K-Pop falassem diretamente e em tempo real com seus fãs por meio do Twitter, contando histórias exclusivas dos bastidores e informações que não estariam disponíveis em outros lugares. Além disso, artistas como BLACKPINK ( @BLACKPINK ) utilizaram o #TwitterBlueroom para apresentar aos fãs conteúdo personalizado.
Para encerrar 2020, o Twitter fez uma parceria com a premiação MAMA (Mnet ASIAN MUSIC AWARDS) e trouxe os artistas de K-Pop para mais perto dos fãs na plataforma. As hashtags #2020MAMA e #MAMA2020 ficaram entre os Assuntos do Momento (Trending Topics) em 68 mercados ao redor do mundo, com impressionantes 126 milhões de Tweets relacionados ao MAMA 2020, gerados entre 29 de outubro e 6 de dezembro. O evento #2020MAMA também marcou o primeiro uso do ‘Twitter Stanbot’, possibilitando a criação de vídeos exclusivos de alta qualidade e em câmera lenta de artistas K-Pop e elencos de K-Drama. Esses materiais foram disponibilizados apenas na conta oficial do Twitter do @MnetMAMA .
Outros conteúdos produzidos apenas na plataforma como 1:1 Q&A, Emoji, Fleets, e Voice trendaram e geraram conversas sobre lançamentos de álbuns e marcos de artistas importantes para aproximar os fãs de seus ídolos de K-Pop favoritos.
Conforme mostrado no levantamento #Aconteceu, a segunda hashtag mais Tweetada de 2020 foi #BlackLivesMatter ( #VidasNegrasImportam ), ao passo que o mundo se mobilizou e ampliou a luta pela igualdade e justiça social. Os fãs de K-Pop, assim como seus ídolos, participaram do movimento mobilizando outras pessoas para usar a hashtag e se unirem à causa, além de arrecadar fundos por meio de iniciativas como #MatchAMillion. O envolvimento da comunidade #KpopTwitter no movimento #BlackLivesMatter deu aos fãs outra maneira de se manterem conectados e expressar suas opiniões sobre questões mais amplas na sociedade.
E não para por aí! Em 2021, o K-Pop volta maior do que nunca. O #TwitterBlueroom, juntamente com outros conteúdos exclusivos no Twitter, dá aos fãs a oportunidade de acompanhar os artistas favoritos de perto, até que shows e eventos voltem com força total. Os fãs de Kpop podem se juntar à conversa #KpopTwitter para ver e falar sobre seus ídolos favoritos do K-Pop e ficar atualizado com outros fãs ao redor do mundo.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








