Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Faria Lima cria CEOs influenciadores para aumentar faturamento

Publicado

em

Enquanto o mercado enfrenta incertezas econômicas, empresários brasileiros estão investindo cada vez mais em uma nova moeda de valor: a autoridade. Nos últimos anos, houve um crescimento de 30% na demanda por capacitação executiva, com foco em temas como posicionamento digital, marketing estratégico e branding pessoal. O fenômeno ganhou ainda mais força com a popularização das redes sociais como canal de negócios. Empresas lideradas por CEOs ativos nas mídias, têm 40% mais chances de atrair investidores e fechar grandes contratos.  A tendência, que até pouco tempo parecia restrita aos escritórios de vidro da Faria Lima, agora se espalha por todo o país e começa a moldar o perfil dos líderes das pequenas e médias empresas. Nos bastidores do varejo, da indústria e dos serviços, os empresários estão aprendendo a vender primeiro a si mesmos, e só depois, suas soluções. Essa virada de chave tem impulsionado o mercado de educação corporativa e transformado o branding pessoal em um novo pilar do crescimento empresarial. A lógica é simples: quem é visto, é lembrado.

Na linha de frente dessa transformação está o mercado de educação empresarial, que tem se adaptado para atender uma nova demanda dos líderes brasileiros: dominar não apenas gestão e estratégia, mas também narrativa e presença digital. A tendência acompanha a valorização crescente da figura do CEO como comunicador da própria marca. Segundo pesquisa inédita do Grupo X,  hub de educação empresarial, realizada com com empresários de diferentes regiões do Brasil, 41,7% buscam capacitação com o objetivo de estimular a inovação e a adaptação ao mercado. Em paralelo, temas como branding pessoal, marketing estratégico e autoridade digital ganham espaço entre as prioridades de formação, com empreendedores buscando se posicionar de forma mais ativa nas redes e ampliar sua influência para além dos limites operacionais da empresa.

O impacto desse movimento já é percebido na forma como empresários se posicionam. “Antes, o foco estava apenas na operação. Hoje, os empresários entendem que a forma como se comunicam também influencia diretamente no crescimento da empresa”, afirma Jorge Kotz, CEO do Grupo X. O crescimento da busca por capacitações voltadas ao marketing estratégico e ao branding pessoal reflete uma mudança mais ampla no perfil do empreendedor brasileiro, que agora vê na própria imagem uma alavanca de vendas, reputação e acesso a oportunidades antes restritas a grandes marcas.

Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo