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Faber-Castell estreia campanha ‘Assuma o Risco’ em parceria inédita com TikTok

Com o objetivo de incentivar o lado criativo dos jovens da geração Z a partir dos produtos das linhas Fine Pen e Grifpen, a Faber-Castell acaba de lançar a campanha “Assuma o Risco”, idealizada pelo A-Lab, laboratório de conteúdo do Grupo Dreamers, em parceria única com TikTok. Nas redes sociais, a marca pretende desafiar os jovens a saírem da zona de conforto com filmes digitais curtos e creators de diferentes segmentos na plataforma.
A campanha intitulada “Assuma o Risco” foi toda pensada em trazer a estética e o formato do TikTok. Com as canetas Fine Pen e marca textos Grifpen, as cenas retratam diferentes situações em que pessoas assumem riscos que os levam ao sucesso. Desde um casal de adolescentes apaixonados que vive diversas aventuras juntos, até um jovem que sonha em ser estilista e tem a sua criação conhecida em todo o mundo.
O vídeo também mostra uma adolescente fã de k-pop, onde os papéis se invertem e ela mesma se torna uma idol, além de uma estudante fazendo um bullet journal que, em seguida, veste uma beca para celebrar sua formatura. O filme hero, de 45”, também terá 4 pílulas de 15” cada, para divulgação nas redes sociais da marca, como Instagram, Youtube, Twitter, Pinterest e Facebook.
“Com a campanha ‘Assuma o Risco’ e nossos produtos Fine Pen e Grifpen, queremos encorajar os jovens a exercerem sua liberdade criativa, adotarem uma abordagem disruptiva e a criarem soluções inovadoras para seus desafios. Assim, pensamos em vídeos divertidos e dinâmicos, que são a cara da geração Z”, afirma Flavia Giordano, diretora de marketing da Faber-Castell.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







