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F.biz promove reestruturação em Mídia

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Após a recente reestruturação da Criação, a F.biz realiza mudanças em Mídia. A partir de agora, a agência passa a ter quatro diretores de Mídia: Gabriela Amato, Daniela Barbieri, Marcelo Carvalhaes e Eduardo Couto. Todos já eram colaboradores da F.biz, mas atuavam em cargos e/ou em clientes diferentes. Esta renovação da área está baseada em nos pilares que a agência acredita fortemente: foco no digital e maior diversidade entre os colaboradores.


“Nossa visão é de uma operação centralizada no consumidor baseada em dados, onde a área de Mídia atua como protagonista junto com as outras áreas da agência para construir campanhas focadas nas jornadas das nossas audiências. Esse pensamento se reflete na nossa nova estrutura e nos nossos talentos: maior senioridade do time e composição ampla de expertises . Porém, com DNA digital e maior dedicação e foco nos nossos clientes”, explica Carolina Buzetto, CMO (Chief Media Officer) da F.biz.


Liderando o VTeam – time híbrido entre F.biz e Y&R que atende Visa – está Gabriela Amato, que conta com a presença das gerentes de Mídia Catarina Florio e Verusca Casciano. Já Daniela Barbieri responde pelos clientes Rico e Gallo com o suporte das gerentes Amanda Guida e Dayane Manfrere. A conta de Jeep e Ram estão sob a batuta de Marcelo Carvalhaes com o apoio da gerente Larissa Ribeiro. E todos os demais clientes – como James, Bom Pra Crédito, Pepsi, Youse dentre outros – são liderados por Eduardo Couto, que tem a contribuição da gerente Gleyka Vital.


Assim, a F.biz acredita que a pluralidade de talentos vai enriquecer ainda mais os trabalhos por conta de seu background diverso. E tudo isso só é possível porque todos os colaboradores têm a liberdade e a abertura para contribuírem com ideias para oxigenar os trabalhos com novos pontos de vista.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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