Eventos
EXPO RETOMADA convoca participantes para retestagem de covid

Os organizadores da EXPO RETOMADA 2021, que abriu a agenda dos 30 eventos-testes do Governo do Estado de São Paulo nos últimos dias 21 e 22, no Santos Convention Center, convocam participantes para uma retestagem de covid 19. Os novos testes, que acontecem nesta terça (27), em São Paulo e em Santos, servirão para consolidar os protocolos de biossegurança aplicados antes, durante e pós-evento.
Novos testes rápidos de antígeno serão aplicados gratuitamente para cerca de 400 voluntários participantes do evento, distribuídos em três locais diferentes, para facilitar o deslocamento: na capital, duas equipes estarão distribuídas no Expo Center Norte e no São Paulo Expo e, em Santos, uma equipe fará a aplicação no próprio Santos Convention Center, das 8h ás 20h deste dia 27 de julho.
Está sendo convocada para a retestagem uma parcela representativa do evento, que envolve desde os profissionais que trabalharam na fase pré-evento – montagem e administração, além de colaboradores das empresas expositoras e patrocinadoras que atenderam nos estandes da exposição, profissionais dos serviços de atendimento de credenciamento, recepção, segurança, limpeza e demais serviços da estrutura do evento, visitantes, convidados, palestrantes e autoridades com base nas cidades de São Paulo e de Santos.
“Com essa grande amostragem, pretendemos evidenciar os procedimentos que garantiram a saúde e o bem-estar de todos que estiveram no evento. Os resultados servirão para comprovar a eficácia dos protocolos adotados pela EXPO RETOMADA, eliminando a necessidade de testagem in loco para a realização de eventos, além de servir como base para os Protocolos Oficiais para a liberação dos eventos de negócios no estado de São Paulo”, afirma o diretor da Rede Feiras e idealizador da EXPO RETOMADA, Fernando Lummertz.
O evento terá, ainda, um acompanhamento detalhado de todos os participantes por duas semanas, com o objetivo de gerar um relatório com informações técnicas para municiar o Governo do Estado e atestar a possibilidade de retomada segura dos eventos de negócios, desde que cumpram todos os protocolos praticados durante o evento. De maneira proativa, os organizadores irão contatar as 1.264 pessoas e, por meio de autodeclaração, monitorar o estado de saúde relacionado à pandemia.
Em dois dias de evento, a EXPO RETOMADA recebeu 1.264 visitantes únicos, não simultâneos, e 240 profissionais envolvidos na montagem, além de 50 expositores no Santos Convention Center, em Santos, todos testados antecipadamente para a covid 19. Uso obrigatório de máscaras, planta baixa do evento desenhada para respeitar o distanciamento, capacidade reduzida, tecnologia para aferição de temperatura à distância, acesso por QR Code, catracas eletrônicas automáticas e dispensers de álcool gel espalhados por todo o evento fizeram parte dos protocolos adotados. A EXPO RETOMADA teve acompanhamento e fiscalização pela Secretaria de Saúde Estadual, Municipal, Vigilância Sanitária, entre outros órgãos.
A retestagem da EXPO RETOMADA acontece com o apoio da Cellula Mater Laboratório de Análises Clínicas, Premium e JA Promoções e Eventos, além dos espaços que se disponibilizaram para a realização.
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.
Eventos
School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.
As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.
Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.
Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”
O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.
A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.








