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Ex-CEO da Gympass na Europa assume cargo de Chief Revenue Officer no Olist

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Michel Davidovich, 46 anos, ex-CEO da Gympass na Europa, morou na Espanha nos dois últimos anos e meio e está de volta ao Brasil para assumir o cargo de Chief Revenue Officer no Olist, startup curitibana que oferece soluções para a venda online. O profissional vai liderar as áreas de marketing, comercial e operações da empresa.


“Estou muito entusiasmado em me juntar ao time Olist, uma equipe de alto rendimento movida por uma missão inspiradora e uma cultura que se encaixa com meus valores pessoais. O comércio eletrônico tem crescido exponencialmente no Brasil e no mundo, e o modelo de negócios do Olist tem se mostrado altamente efetivo em ajudar comerciantes e marcas a terem mais liquidez de uma forma simples e eficiente. Acredito muito no potencial de crescimento do Olist e espero poder ajudar a acelerar a expansão do negócio”, comenta o novo CRO.


Casado e com dois filhos, Michel é formado em Engenharia Elétrica pela PUC do Rio de Janeiro e tem MBA pela Universidade de Stanford na Califórnia, EUA. O profissional trabalhou por 12 anos na Coca-Cola, onde entre outras funções foi Gerente Geral da empresa na Argentina e no Peru, além de Presidente da Leão Jr, fabricante do Matte Leão, adquirida pela Coca-Cola em 2007.


Ele também já trabalhou por quatro anos na McKinsey & Company, liderando projetos no Brasil, México e Europa, e na Shell Brasil, onde começou sua carreira como Engenheiro. “Estamos vivendo no olist um momento importante da nossa história. A vinda do Michel contribuirá para nosso crescimento, evolução e escalada da companhia. Em meio a pandemia seguimos investindo em novas contratações que possam cada vez mais agregar valor ao time e aos nossos clientes, executando a nossa missão de empoderar o comércio”, comenta Tiago Dalvi, fundador e CEO do Olist.


Além do novo CRO, a empresa, que conta com quase 450 colaboradores, contratou cerca de 90 colaboradores durante o período de pandemia, por meio de processo 100% online, e está com mais de 20 vagas abertas para diversas áreas, como desenvolvimento e produto. Candidatos podem conferir as vagas abertas no link .


A contratação de Michel, inclusive, foi uma dessas contratações online. “Com o nosso processo robusto de recrutamento e seleção, ajustamos todas as fases para o modelo remoto para que as rotinas de contratações e onboarding continuassem acontecendo com qualidade. Com o engajamento e compromisso de todos os envolvidos, foi possível contratar novos olisters e integrá-los de forma que o impacto dessa mudança fosse minimamente sentida pelos novos integrantes do time e pela companhia”, complementa Melissa Guimarães, Diretora de Pessoas do Olist.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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