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Estudo mostra que o aumento da confiança do consumidor e a alavancagem da tecnologia são as principais ambições em 2020

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78% dos gestores de marketing acreditam que a integração do uso de dados é uma peça chave para o sucesso da transformação digital, enquanto 69% acreditam que não ter uma estratégia clara de mudança cultural é um fator subestimado
Diversidade e inclusão de fato e novos modelos de venda são outras tendências identificadas pela 5ª Edição do estudo global Future Focus

Os contornos da nova economia digital estão cada vez mais nítidos: em 2020, espera-se que mais de 1 bilhão de pessoas efetuem pagamentos móvel contactless. Até 2023, deve haver tantos assistentes de voz digitais em uso quanto pessoas vivendo no planeta. Até 2025, o PIB global deverá crescer um terço. Até 2028, apenas a publicidade em smarphones irá movimentar US$ 178 bilhões. Para entender esse cenário de comunicação hiper-sensível e apontar as principais tendências em 2020 e nos próximos anos, a iProspect, agência de marketing digital presente em 59 países focada em alavancar a performance de negócio de seus clientes, desenvolveu a 5ª edição do estudo internacional Future Focus.

A iProspect entrevistou mais de 250 profissionais de marketing e líderes globais de um amplo espectro de marcas, incluindo as empresas FTSE 100 e Fortune 500, em 35 países, incluindo Brasil. O estudo também inclui entrevistas exclusivas com líderes globais de empresas como Sprint, SideWalk Labs, Microsoft e Buttercloth.

Future Focus mostra que o aumento da confiança do consumidor e a alavancagem da tecnologia são as principais ambições para 2020. Os gestores de marketing estão divididos entre o que a indústria exige e o que sua própria experiência em transformação digital aponta: 78% identificam ter uma estratégia de dados conectados como o componente mais importante de uma transformação digital bem-sucedida, enquanto 69% acreditam que uma estratégia clara de transformação cultural é a faceta mais subestimada.

“Embora o uso intensivo de tecnologia seja o meio para atransformação digital, nunca deve ser o objetivo final. Antes de investir em tecnologia, as empresas devem ter clareza sobre seus objetivos de negócio e a partir disso entender como o digital contruibui para cada um deles”, ressalta Marcelo Petercem, diretor geral da iProspect Brasil.

Em outra frente, enquanto 93% dos profissionais de marketing acreditam que o marketing inclusivo é importante, menos de um em cada dez avalia a inclusão como parte do desenvolvimento de produtos e campanhas. Prevê-se ainda a expansão de novos modelos comerciais (incluindo mais marcas aderindo à venda direta ao consumidor); um em cada quatro profissionais de marketing acredita que as assinaturas podem representar mais de 50% de sua receita em cinco anos e menos da metade declara que não planeja se envolver em recommerce (venda de produtos usados) nos próximos cinco anos.

“As marcas precisam desmassificar suas estratégias, propondo comunicações e experiências que abranjam as características de grupos e comunidades menores, conhecido como personalização em escala. Graças a dados e tecnologia, os profissionais de marketing já têm as ferramentas necessárias para este processo, embora na prática ainda identifiquemos alguns gaps”, afirma o diretor geral da iProspect.

Future Focus apresenta esses e outros dados dentro de cinco áreas principais de análise:

• Aumentar a confiança e alavancar o uso de tecnologia são as principais ambições para 2020: aumentar a confiança do consumidor em suas marcas é a principal prioridade para os profissionais de marketing (nota 8,8 em 10), seguido pelo uso de dados para criar experiências personalizadas do consumidor (8.7) e maximizar vendas em ambiente digital (7.5). Seus principais desafios continuam sendo o gerenciamento eficiente de grandes volumes de dados, a compreensão do impacto da Inteligência Artificial (IA) nas estratégias de marketing e a melhoria da estrutura interna. Nesse contexto, não surpreende que os perfis de talentos mais procurados para complementar as equipes de marketing nos próximos cinco anos sejam cientistas e analistas de dados (33% dos entrevistados).

• A busca de maneiras de acompanhar a velocidade da mudança mantém os profissionais de marketing acordados à noite: nos próximos cinco a dez anos, os profissionais de marketing dizem que as três macrotendências mais importantes que impactarão a disciplina de marketing são a crescente importância da inteligência artificial e automação na vida dos consumidores e nas práticas de marketing (31% dos entrevistados), a crescente conectividade de pessoas e dispositivos (30%) e as novas demandas dos consumidores em torno de práticas sustentáveis ​​(15%).

• Os profissionais de marketing estão divididos entre o que o setor determina e sua própria experiência de transformação digital: os profissionais de marketing identificam ter uma estratégia de dados conectada (citada por 78% dos entrevistados) e a construção da infraestrutura de tecnologia correta (59%) como os componentes mais importantes para o sucesso na transformação. No entanto, eles acreditam que definir uma estratégia clara de mudança cultural (69%) e estabelecer uma forte estratégia de aprendizado e desenvolvimento (58%) são as questões mais subestimadas.

• Inclusão ainda é mais um conceito do que uma realidade: 93% dos profissionais de marketing acreditam que o marketing inclusivo é importante como um imperativo moral e / ou para o potencial de negócios que representa. No entanto, na prática, menos de um em cada dez avalia a inclusão como parte do desenvolvimento de produtos e campanhas de marketing. Ao pensar nos diversos grupos que foram representados pelo menos uma vez de maneira positiva nas campanhas realizadas nos últimos seis meses, indivíduos plus size, pessoas com deficiência e pessoas de gênero não-binário ainda são severamente sub-representadas.

• Novos modelos de comércio avançam: um em cada quatro acreditam que o modelo de venda por assinatura pode representar mais de 50% de suas receitas nos próximos cinco anos. Além disso, embora dois em cada três profissionais de marketing acreditem que o recommerce não é aplicável a seu setor atualmente, menos da metade declara que não planeja se envolver no recommerce ou não prevê que seus fluxos de receita de recommerce aumentem nos próximos cinco anos.

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Seara é o mais novo cliente da Raccoon

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A Seara, uma das maiores empresas do ramo alimentício do País, passa a fazer parte da carteira de clientes da agência de digital full service Raccoon. A parceria foca nas áreas de Performance e Comunicação do Qlab, laboratório digital da marca de alimentos, que passa por uma sofisticação para ampliar seu modelo e operação para gerar mais impacto no negócio e nos indicadores de marca.

De acordo com o sócio-fundador da Raccoon, André Palis, isso mostra maior competitividade online e mais força na digitalização. “Ao aprimorar o QLab, conseguimos sofisticar a operação e aumentar a conversão”, afirma o executivo.

Para fortalecer a performance, a Raccoon trabalhará com um Squad Multidisciplinar, o qual é estruturado em duas frentes principais: Performance e Comunicação. Em Performance, os serviços utilizados serão de Mídias Pagas (nutrição de todo o funil da jornada do consumidor) e Feed Manager (gestor interno para adequação entre mídias). Na comunicação, o destaque fica para Criação (conceitos, artes e textos) e Community Management (monitoramento, interação e metrificação da comunidade nas redes).

Raphael Vianna, head de mídia e e-commerce da Seara, avalia a parceria. “A mudança rápida no comportamento dos consumidores e nos modelos de negócios da indústria de alimentos criou a necessidade de sofisticar a nossa operação de mídia, dados e canais digitais. Para isso, buscamos parceiros especialistas em cada disciplina do QLab para continuar gerando impacto relevante no negócio e nos indicadores de marca”.

O trabalho conjunto nessas frentes envolverá os times de Mídias Pagas, Social Media e Design da agência. “Nosso compromisso é auxiliar na compreensão do público e guiá-lo por toda sua jornada. Não é só dar as mãos, claro, mas fazer com que a experiência seja incomparável. A partir daí, a análise dos resultados em Data Viz deixa claro os impactos de cada ação”, finaliza Palis.

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Warner Bros. lança game Back 4 Blood com ações em redes sociais

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O game Back 4 Blood, publicado pela Warner Bros. Games, está chegando ao mercado e vai contar com uma campanha nacional de divulgação e entregas da Execution focadas em conteúdo e mídia digital.

 

Entre as iniciativas previstas, um dos destaques foi a Super Live de Lançamento, que incluiu entrevista com os produtores da Turtle Rock, estúdio responsável pelo desenvolvimento do jogo, além de quiz e participação de gamers, influenciadores, curiosidades, apresentação de gameplay, trailers e vídeos sobre cada um dos 16 personagens, entre sentinelas e contagiados. Em paralelo, as redes sociais do Warner Play ganham uma personalização completa, com capas e avatares alusivos ao universo de Back 4 Blood.

 

Outra ação é “Qual Sentinela ou Contagiado é você?”, para criar uma conexão das pessoas com os personagens. Com uma série de stories, a campanha vai apresentar cada uma das opções, convidando a comunidade a escolher seu favorito.
A campanha marcará presença nos meios digitais, com mídia no Facebook, Twitter, IGN, Central Box, Taboola e Vidoomy, com o objetivo de comunicar aos fãs a chegada do Back 4 Blood e apresentar sua jogabilidade e enredo.

 

“Estamos adotando uma estratégia digital para criar engajamento com os fãs do jogo. A ideia é unir a comunidade em torno dos personagens e criar um espírito colaborativo, que é uma das características do próprio Back 4 Blood”, explica Fernanda Cepollini, CSO da Execution.

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