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Estudo da Go Magenta revela que brasilidade domina o streaming em esportes e realities, mas perde espaço na ficção

O Brasil é reconhecido globalmente como um celeiro de talentos nas mais diversas modalidades esportivas, do automobilismo ao tênis, passando por natação, basquete e beisebol. No entanto, é o futebol que atua como o verdadeiro catalisador da paixão nacional nas telas. A constatação faz parte de um estudo contínuo conduzido pela consultoria de pesquisas e insights Go Magenta, que monitora os hábitos de consumo de conteúdo no ecossistema de streaming. Ao analisar as preferências do público em diferentes gêneros audiovisuais com um questionamento direto sobre a predileção entre produções nacionais e internacionais, o levantamento apontou que 64% dos brasileiros preferem conteúdos esportivos locais, contra 36% que optam pelas exibições estrangeiras.
O forte apelo ganha ainda mais relevância no contexto da Copa do Mundo de 2026, período em que marcas de live marketing e plataformas de mídia aceleram ativações voltadas a amplificar o senso de brasilidade e a identidade coletiva. Fora das arenas, as produções caseiras também demonstram força em gêneros que espelham o cotidiano e os costumes do público, como os realities (55% de preferência) e os documentários (45%), além de programas voltados ao formato de lifestyle.
Apesar do orgulho nacional manifestado no esporte e no confinamento, o comportamento do espectador brasileiro muda drasticamente quando o assunto é o entretenimento de ficção. Categorias como comédia, true crime, romance e drama registram maior consumo de obras estrangeiras. O cenário é ainda mais desafiador para a ficção científica, o horror e o suspense, que somados detêm apenas 12% da preferência por produções locais — o que significa que 88% dos consumidores preferem as obras de fora.
De acordo com a análise da Go Magenta, os dados apontam para uma necessidade de chancela internacional para que o produto ficcional brasileiro ganhe relevância em seu próprio território. O sentimento do mercado é sintetizado pela percepção de que, se uma obra nacional virou assunto e recebeu elogios no exterior, ela passa a ser valorizada internamente. Embora o movimento brasilcore tenha conquistado espaço na moda, nas trilhas musicais e na estética das redes sociais, a barreira do colonialismo cultural ainda dita as regras nas telas de cinema e streaming.
Este dilema de consumo não é uma exclusividade do Brasil. O mapeamento da Go Magenta identificou que vizinhos como Argentina, Chile, Colômbia e México replicam exatamente o mesmo padrão de comportamento, reservando o entusiasmo local para os gramados e para os dramas humanos da TV aberta, enquanto cedem os mercados de aventura e drama para os grandes estúdios internacionais.
O contraste fica evidente ao analisar mercados consolidados como os da Austrália e do Canadá. Mesmo sem o peso de exportação massiva de Hollywood, ambos os países registram um consumo de produções locais maduro e equilibrado. No cenário canadense, o consumo de conteúdo nacional quase empata com o estrangeiro em praticamente todos os gêneros avaliados, refletindo uma relação sólida da população com sua própria indústria cultural.
A impermeabilidade do público brasileiro, contudo, encontra suas exceções quando amparada por grandes motores de distribuição digital. Um exemplo mapeado pelo social listening da consultoria foi o sucesso de Emergência Radioativa, série documental da Netflix sobre o acidente radiológico de Goiânia. A produção viralizou ao resgatar um fato histórico nacional que era desconhecido por grande parte do público, mas o engajamento massivo e a credibilidade inicial ainda dependeram do selo de uma plataforma global.
Enquanto programas consolidados como o Big Brother Brasil mantêm sua liderança em repercussão no formato de reality, séries internacionais como The Boys e Bridgerton continuam dominando os principais fandoms e as conversas digitais. O estudo conclui que, embora o brasileiro vibre com a seleção e levante a bandeira nacional, a preferência por roteiros de ficção complexos ainda tem sotaque estrangeiro, mantendo o mercado audiovisual do país dependente da validação externa para consolidar suas produções de gênero.
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Da cozinha para as certidões de nascimento: Philips Walita encontra brasileiras que carregam a marca no nome

A maioria dos brasileiros cresceu com produtos da Philips Walita dentro de seus lares, construindo uma conexão emocional com a marca ao longo de mais de oito décadas. Mas esta conexão foi além dos produtos e dos lares: chegou também às certidões de nascimento. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 74 pessoas foram registradas com o nome “Walita”, no Brasil.
Inspirada por esta descoberta, a Philips Walita lança uma campanha ‘’Walitas do Brasil’’, criada pela agência iD\TBWA, que reúne algumas dessas pessoas para compartilhar suas histórias reais. A ideia da ação partiu de uma pesquisa nacional, que resultou no encontro de três mulheres selecionadas para protagonizarem a campanha, cujas trajetórias foram marcadas por uma ligação legítima com a marca e com as memórias afetivas de infância, principalmente pela presença dos produtos Philips Walita em suas casas, ou nas casas de familiares.
Histórias reais por trás do nome
As três brasileiras selecionadas para a campanha trazem motivações únicas e curiosas em suas certidões de nascimento: Walita Arruda, nascida em Tucumã (PA), recebeu o nome por causa de um liquidificador que pertencia à sua avó. A mãe ao ver o eletrodoméstico na cozinha da casa da avó, se encantou com o nome “Walita” escrito no aparelho e achou que era uma escolha bonita e única para dar o nome à filha.
A história da Walita Borges, curiosamente nascida também em Tucumã (PA) e hoje moradora de Nova Crixás (Goiás), começou diferente. Ela seria registrada como “Wátila”, mas o pai mudou de ideia na última hora e, quando chegou ao cartório, decidiu registrá-la como Walita. Já Wallita Pereira, natural de Gurupi (TO) e atualmente moradora de Senador Canedo (GO), teve seu registro inspirado na sonoridade do nome do irmão mais velho, Wallace.
Ao longo de suas vidas, todas relatam ter se acostumado à curiosidade genuína do público em torno de um nome tão peculiar, com as associações diretas à marca e às perguntas inevitáveis sempre que conheciam alguém novo.
Conexão emocional que vira nome
A campanha reforça a mensagem de que a Philips Walita é uma dessas marcas que ultrapassam a relação funcional com seus produtos e passam a fazer parte da vida, das memórias e das histórias dos brasileiros. “A campanha materializa essa presença de uma maneira muito particular: mostrando que a Philips Walita está tão incorporada à vida dos brasileiros que chegou até a virar nome de pessoas. Descobrir que existem pessoas que receberam o nome Walita revela o quanto uma marca pode se tornar parte da cultura e das histórias de um país”, comenta Mayra Vergani, Gerente de Marketing Brasil da Philips Walita.
“A gente conhecia a história da marca que havia nascido da união dos nomes dos fundadores Waldemar + Lita: Walita. Será que essa mesma marca há tanto tempo presente nas casas dos brasileiros não teria inspirado pais a batizarem filhos com esse nome? A pergunta virou busca no ranking de nomes do IBGE, que virou pesquisa de casting, que virou campanha”, conta Clarissa Astigarraga, Diretora de Criação Associada da iD\TBWA.
A resposta da Philips Walita ao insight da agência foi imediata: “Quando a agência nos apresentou este dado sobre os registros do nome Walita, percebemos imediatamente que era algo muito proprietário e que deveríamos nos apropriar dessa narrativa com orgulho”, ressalta Mayra.
Os conteúdos gravados com as Walitas estão em veiculação nos perfis oficiais da marca (@philipswalitabrasil), com um vídeo hero da campanha e vídeos individuais das histórias das três personagens.
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Centauro lança campanha de Dia das Crianças com foco em esporte e lança chuteira da Puma na Avenida Paulista

Com a assinatura “Crescer Juntos, em Movimento”, a Centauro apresentou sua campanha para o Dia das Crianças, estimulando famílias a substituir parte do tempo de uso de telas por momentos de lazer ao ar livre e prática esportiva. A iniciativa busca posicionar a atividade física na infância como ferramenta de convivência, desenvolvimento motor e socialização.
A narrativa foi construída a partir de dados sobre o comportamento infantil contemporâneo, indicando que crianças passam, em média, mais de quatro horas diárias diante de dispositivos digitais. Diante desse panorama, a varejista amplia a abordagem tradicional focada na troca de presentes e propõe o esporte como um catalisador de experiências compartilhadas entre pais e filhos.
“Quando falamos de esporte na infância, estamos falando de muito mais do que atividade física. É sobre experimentar, brincar, fazer amigos, descobrir uma modalidade, aprender com os pais e construir memórias. Nossa campanha de Dia das Crianças traduz justamente essa visão: queremos incentivá-las a encontrarem no movimento uma forma de crescer e criar conexões com quem está ao seu lado”, afirma Claudia Paoli, diretora de marketing, marcas próprias e licenciados da Centauro.
Como parte da estratégia de live marketing, a rede promoveu um evento especial na loja da Avenida Paulista, em São Paulo, em parceria com a Puma. A ação celebrou o lançamento da chuteira Puma Future Playmaker, modelo associado ao jogador Neymar, e ofereceu uma programação infantil com gincanas de chute ao gol, distribuição de pipoca e algodão doce, aproximando o público jovem do ambiente da marca.








