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Estudo da Casa 96 aponta tendências para promoções em 2020

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Não é sobre como vender, mas como conquistar. A combinação entre prêmios, mecânicas, meios, mensagens e expectativas é o segredo da aproximação entre marcas e consumidores, é o que revela o novo levantamento Promoção em 2020, entendendo o cenário, mapeando as tendências, que acaba de ser divulgado pela Casa 96.

O estudo, que resulta de mais de 10 pesquisas com até 30 mil respondentes de todo o Brasil, traz dados do crescimento anual no número de promoções aprovadas e mais prêmios sendo distribuídos. Foram mais de R$ 500 milhões em prêmios gerados em 2018, um aumento de 40% em relação aos dados de 2017. Segundo o levantamento, em 2019, a SECAP – Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria do Ministério da Economia, que autoriza as promoções comerciais, teve um aumento de 20% de autorizações em 2019 comparando com 2018, foram 6.300 promoções aprovadas. A expectativa do mercado é de bater recordes de promoções autorizadas em 2020.

Os dados apurados pela Casa 96 também mostram um mercado promocional mais consolidado e com maior maturidade digital, que promove KPIs importantes para as marcas, com capacidade de coletar dados comportamentais que direcionam as estratégias. “Temos um mercado apto a ajudar os clientes na direção do melhor caminho, tanto em relação à concorrência, como entender os desejos do seu público, formas de aumentar o volume de vendas, exposição, de fidelizar etc”, enfatiza a sócia-diretora da agência, Denise de Cássia.

A mudança no comportamento do consumidor nos últimos anos também foi essencial para a escolha das melhores mecânicas promocionais. O levantamento mostra desde a força dos sorteios com grandes prêmios e premiações instantâneas, em 2017, até a evolução das mecânicas com experiência inserida, como tendência para 2020, com a expectativa do aumento do engajamento.

As promoções continuam sendo incentivadoras das vendas para a maioria do público: 55% compram mais produtos do que tinham planejado para participarem de uma promoção e 81% trocam de marca para participarem de uma promoção. Um dos dados que chamaram a atenção no estudo foi que, em 2019, o comportamento dos consumidores mostrou que eles não estocam mais produtos. “Na mesma pergunta que fizemos em 2013, 62% informou que comparava mais de um item para participar de uma promoção, esse índice caiu na última pesquisa pois o consumidor não estoca mais, o que nos fez mudar algumas estratégias da quantidade de produtos solicitados nas mecânicas”, informa Denise.

Mas apenas promocionar já não é mais o suficiente, revela o levantamento da Casa 96. Os consumidores passam a ter uma relação mais emocional com as marcas, é preciso, portanto, promover oportunidades e momentos que transformam suas vidas, usando a experiência como fator de proximidade. “As marcas assumem cada vez um papel mais importante na vida dos consumidores, elas confortam, influenciam positivamente, além de ajudarem na construção de um vínculo relevante e duradouro com as marcas”, reforça o sócio-diretor da agência, Caio de Carvalho.

Sobre os meios usados para a participação em promoções, a pesquisa observou o crescimento do WhatsApp. “Prevemos a consolidação da ferramenta para 2020, inclusive como um meio de relacionamento com os clientes”, observa Denise.

Já sobre a característica dos prêmios, a preferência nacional deve continuar pelos prêmios de menor valor, com mais chances de ganhar. Em 2019, a preferência por esta modalidade chegou a 70%, contra 30% pelos prêmios maiores. Casas, carros e valores em dinheiro ainda estão entre as premiações mais desejadas. Se o prêmio não estiver ligado às principais necessidades – casa, carro, dinheiro – deve surpreender, ser inusitado ou estar relacionado ao estilo de vida, diz o estudo.

Em 2019, as premiações com viagens também têm conquistado os consumidores e outras tendências passam a despontar para 2020, como as experiências, fator que aumenta consideravelmente o índice de lembrança da marca.

Marcas que mostram preocupações sociais e propósitos relevantes também passam a ter maior conexão com seus públicos: 74% dos consumidores disseram que a chance de participar de promoções aumenta quando houver um propósito sustentável ou de ajuda ao próximo.

A Casa 96 atua fortemente em busca dos melhores resultados para as marcas por meio da experiência do consumidor, em qualquer uma das áreas de atuação do Live Marketing. Especializada em Live Marketing com foco em BI, a agência elabora ações pautadas a partir do resultado de pesquisas e relacionamento, com uma base composta por milhões de consumidores, além de milhares de lojas divididas pelas categorias Nielsen.

Com plataforma proprietária, a metodologia potencializa o nível de acerto na rota escolhida para a elaboração de cada ação. Na carteira, a presença de grandes marcas, como Ajinomoto, Colgate, BIC, Mondelez International, Melitta, SAZÓN®, entre outras atesta a qualidade na entrega e nos resultados que a agência propõe. Outros detalhes: www.casa96.com.br

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Eletromidia e Docile realizam ativação presencial com a personagem Cuca em edifícios residenciais de São Paulo

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A Eletromidia deu início a uma ação de campo no ambiente residencial paulistano em parceria com a fabricante de confeitos Docile. Através da iniciativa, que se estende até o dia 21 de outubro de 2026, uma promotora caracterizada como a personagem Cuca — figura central do folclore brasileiro — visitará condomínios residenciais cadastrados em São Paulo para realizar a distribuição presencial de doces e do lançamento “Pulseira Mágica” para moradores e crianças.

A ativação integra a campanha nacional de Halloween da marca, idealizada pela agência Global, que substitui o conceito tradicional de sustos por mensagens de gentileza e brasilidade. A estratégia de comunicação combina a abordagem presencial nos prédios com veiculação de mídia out-of-home (OOH) em mobiliário urbano e transmissão de vídeos nas telas digitais instaladas nos elevadores e áreas comuns de edifícios da capital paulista.

A operação utiliza a infraestrutura de mídia da Eletromidia, que atualmente contabiliza mais de 45 mil telas ativas em empreendimentos imobiliários residenciais e comerciais. O projeto tem como meta reforçar a visibilidade do portfólio temático da Docile e aproximar a marca dos consumidores no momento de consumo e convivência familiar.

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Ubrafe obtém liminar na Justiça Federal que reduz retenção de imposto de renda sobre dividendos de associadas

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A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) obteve uma liminar favorável junto à Justiça Federal do Distrito Federal que reduz a alíquota de retenção do Imposto de Renda (IR) incidente sobre lucros e dividendos distribuídos a sócios pessoas físicas. A medida beneficia as empresas associadas à entidade em todo o país e abrange repasses mensais compreendidos na faixa entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

Concedida no âmbito do Mandado de Segurança Coletivo nº 1109346-72.2026.4.01.3400, em trâmite na 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do DF, a decisão visa alinhar a retenção na fonte à alíquota projetada na declaração de ajuste anual, evitando a antecipação excessiva de tributos e preservando a liquidez das operações do setor de eventos.

“A decisão permite que a retenção de IR sobre pagamentos mensais entre R$ 50 mil e R$ 100 mil acompanhe a tributação anual projetada, reduzindo a antecipação de valores que poderiam permanecer retidos até o ajuste anual. A medida beneficia as associadas da Ubrafe independentemente do regime tributário, enquanto a questão específica da dupla tributação no lucro presumido será analisada na sentença”, explica Alessandro Ragazzi, advogado responsável pelo acompanhamento jurídico da entidade.

Para a aplicação da liminar, as companhias filiadas devem manter arquivados o comprovante de associação e a cópia da decisão judicial, orientando o processo de escrituração contábil até a consolidação da declaração de ajuste anual.

“A atuação da Ubrafe busca justamente identificar questões que impactam diretamente as empresas do setor e buscar soluções que tragam mais segurança e previsibilidade para os associados. Neste caso, a decisão evita que uma retenção mensal de 10% gere um desembolso antecipado maior do que o imposto que poderá ser efetivamente devido no ajuste anual, preservando recursos importantes para a operação das empresas”, destaca Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.), presidente-executivo da Ubrafe.

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