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Erros que você não pode cometer no Instagram

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A MMA Latam lança, em janeiro, o Marketing Future Today, hub de inteligência em inovação e marketing. Para todo mercado de comunicação, a plataforma também contará com o MFT+, área com insights e conteúdos premium para os mais de 300 associados da MMA no Brasil e América Latina.

Além disso, o Marketing Future Today terá uma divisão destinada para produção de conteúdo exclusivo para marcas, o Future Brand Lab. A proposta, segundo o diretor-geral da MMA na América Latina Fabiano Destri Lobo, é parte do redesenho da estratégia da entidade baseado nas aprendizagens sobre o aumento da demanda de conteúdo durante o ano de 2020.

“Aprendemos a agir rápido de forma eficiente e entendemos que transformar conteúdo em conhecimento será chave para esta nova era de comunicação que estamos vivendo”, diz Fabiano, que reforça que o Marketing Future Today é o renascimento da primeira versão do projeto, criado em 2019, e que, originalmente, se baseava somente na entrega de conteúdo premium aos parceiros e associados.

“A partir deste mês de janeiro, o Marketing Future Today cresce e ganha escala, renascendo como um hub de conhecimento de Marketing, Publicidade, Mídia e Tecnologia para a América Latina. É mais que um portal. É uma plataforma que reúne variados formatos de conhecimento, de podcast a reports, de notícias a análises, de cases a conteúdo de marca”, enfatiza Fabiano.

A coordenação de ambas as plataformas será de Luiz Gustavo Pacete, jornalista especializado em marketing e inovação que, nos últimos anos, participou da estruturação de uma área de inovação, novos formatos e branded content no Meio & Mensagem e, agora, se une à MMA para liderar essa plataforma de inteligência e conteúdo que inclui insights diários com as principais lideranças do mercado, o podcast Shape the Future e os reports e destaques dos eventos da MMA. O Instagram é a plataforma digital que mais cresce entre as redes sociais. No início, era apenas uma rede de compartilhamento de fotos e vídeos, que permitia interação através de comentários e curtidas. Hoje, com o avanço do marketing digital, o Instagram se tornou uma ferramenta poderosa de vendas.  

Com mais de 1bi de usuários ativos, a rede social possui ferramentas e estratégias que contribuem para o crescimento e experiência de compra: Publicação do Feed, Story, Destaque dos Stories, Vídeo do IGTV, Vídeo do Reels, Guia (onde você pode recomendar locais, produtos e publicações) e Loja – ou Instagram Shopping.

Com tantas possibilidades, a plataforma é uma das principais da atualidade e, por isso, o seu perfil, seja pessoal ou empresarial, deve estar por dentro de todas as práticas para manter um alcance e conquistar seguidores e clientes.

Confira aqui 20 erros que você não pode cometer no Instagram:

  1. Não ter constância

Quanto mais você posta, mais audiência você consegue e mais resultados você tem. Mantenha uma frequência de postagens diária, seja no feed ou stories, nos horários que façam sentido para o seu público.

Faça testes e descubra qual horário de pico para o perfil da sua marca. O algoritmo do Instagram entrega sua postagem para mais pessoas quando identifica a interação do público na primeira hora de postagem.  

Lembre-se: no mundo digital, você pode ser facilmente substituído caso não atenda bem o seu público.

  1. Não interagir

Se você não interagir com as publicações dos seus seguidores, você não estará mostrando para sua audiência que ela é importante para você.

O algoritmo do Instagram entende que quanto mais interação houver com um perfil, mais ele aparecerá na sua timeline. Logo, ele é uma via de mão dupla. Se você não interagir com o seu público, seu perfil não aparecerá na timeline do mesmo. Responda os comentários, DM, curta as publicações de seus seguidores, compartilhe, salve os posts, estimule interação por caixinhas de perguntas, testes, enquetes, etc.

Tudo aquilo que deseja que façam no seu perfil, faça no perfil dos outros também!

  1. Não ter estratégia

Você precisa encontrar métodos para crescer sozinho. Estude o seu perfil, estude as concorrências, estude o seu público alvo. Busque conteúdo relevante, atrativo, faça pesquisas e crie estratégias de crescimento.

Clique aqui para saber como crescer no Instagram!

  1. Não disseminar seus valores

Identificação é a chave do Instagram. Se você não disseminar aquilo que você acredita, não haverá pessoas para se identificar com você. Mostre quais são os seus valores, pelo o que você luta e acredita. Crie conteúdo para atingir pessoas que acreditem no mesmo ideal que você.

  1. Se importar com números

Postar apenas para ganhar likes ou ter mais seguidores, são métricas de vaidade. Números não significam nada. O engajamento sim é a métrica mais importante que tem. Ele aumenta quando você ganha ou perde seguidores, pois ficam na sua conta as pessoas que mais engajam com você ou sua marca.

Concentre-se em produzir conteúdo que atraia o seu público.

Curiosidade: as páginas de entretenimento são, na maioria das vezes, privadas justamente para conquistar seguidores e engajamento. Quando você compartilha uma postagem com alguém, essa pessoa precisará seguir a página para ver. A curiosidade faz o seguidor.

  1. Comprar seguidores

Isso não traz engajamento e alcance. Os seguidores precisam se identificar com o seu perfil, para interagir com ele e, assim, trazer alcance.

  1. Não conhecer e estudar o seu público

Muito importante: entender as dores do seu público. Se você não estudar o seu público, conhecer suas dores e necessidades, você não vai gerar identificação e, consequentemente, não terá um perfil sólido e objetivo.

Estude o mercado, conheça o seu público alvo e crie sua persona, que nada mais é do que o seu consumidor final.

Esse cliente desejado, vai servir para te auxiliar na produção de conteúdo da sua marca, pois você criará postagens direcionadas a ele.

  1. Tentar se comunicar com público diferente

Esse é um erro que exige muita atenção!

Quanto mais você abrir seu leque, menos engajamento você vai ter. Foca no seu público alvo e tenha sucesso. Quem você vai atender?

Quem quer abraçar o mundo, não abraça ninguém!

  1. Ser mais do mesmo

Copiar conteúdo é um equívoco. Você precisa ter a sua própria identidade. Busque inspirações, mas coloque a sua essência em toda produção.

  1. Achar que o que você tem a compartilhar, todo mundo já sabe

Esse é um erro que muitos usuários cometem. Lembre-se: sempre tem alguém um passo atrás de você. Se você tem conhecimento para compartilhar, não tema! O Instagram tem espaço para todo mundo. Terão pessoas que se identificarão mais com você.

  1. Não produzir conteúdo de valor

Você deve produzir conteúdo para ajudar o seu público. Isso agrega valor e gera identificação. Quando você compartilha conteúdo gratuito, seu cliente vai perceber valor em você. Ele vai querer conhecer melhor o seu trabalho e sentir confiança para investir nele.

Exemplo: você tem um perfil rico em conteúdo sobre empreendimento. Nesse perfil, você vende e-books e cursos para pequenos empreendedores. Não tenha medo de oferecer conteúdo gratuito, criando uma semana de lives, por exemplo.

O cliente vai querer pagar para ter você com ele, não mais somente as informações que você compartilhou.

  1. Não ter comunicação humanizada

Humanize a sua marca: mostre quem é você, sua essência ou como surgiu a marca.  Você está à frente do seu negócio, então seja você mesmo, mostre sua cara.

  1. Fazer legendas vazias e curtas

Não tenha medo das pessoas não lerem suas legendas. Legendas precisam ser bem elaboradas: começo, meio e fim, além de ter um título interessante para chamar atenção. Ela deve agregar a postagem.

  1. Não fazer chamadas atrativas

Instagram é visual. O primeiro impacto é a imagem, por isso, faça as chamadas das fotos simples e diretas, sem muitas palavras, mas que gere curiosidade.

  1. Só falar do seu produto ou serviço

Pense como usuário: você gosta de um perfil que só mostra produtos ou serviços? Lembre-se que vender é consequência de um perfil rico em conteúdo. Primeiro atraia o público, depois venda.

  1. Não ter uma bio clara

A primeira coisa que o usuário vê no seu perfil, é a sua biografia. Portanto, ela deve ser clara: quem é você e o que você faz?

Você tem poucos caracteres para explicar o que é o seu perfil, de forma simples e direta.

  1. Não organizar os destaques

O destaque é o menu do Instagram. Ele deve entregar todas as informações necessárias sobre a sua marca ou pessoa. Por exemplo: você tem uma loja online de roupas femininas. Os destaques podem conter informações como: medidas, frete, como comprar com você, FAQ, feedbacks, cupom de desconto, garantia, entre outros.

  1. Não definir uma paleta de cores para o seu IG

Identidade visual é tudo! Ela faz o seu negócio, ser o seu negócio!

Todos nós temos características únicas, certo? Que nos definem e nos fazem ser lembrados pelos outros. Isso porque o cérebro humano funciona através de associações.

Quando você ouve uma frase que um amigo vive dizendo, logo você lembra dele. O mesmo acontece para marcas e negócios: quando você vê uma maçã, você associa a Apple. Quando vê as cores amarelo e vermelho, pensa no McDonalds. E por aí, vai…

Você precisa padronizar o seu perfil para que as pessoas lembrem da sua marca ao ver sua paleta de cores. O conjunto de aspectos gráficos e visuais tem como objetivo comunicar ao público o conceito e valores da marca. Portanto, ela deve ser consistente e igual em todos os meios de comunicação que você usar, para sempre reforçar a mesma ideia.

  1. Não usar hashtags

Você PRECISA usar hashtags!

Muitas pessoas e marcas não sabem o valor que tem o uso de hashtags, de forma estratégica para alavancar os resultados no Instagram.

Além de criar um link clicável, elas tem a capacidade de gerar tráfego e criar promoções.

Como diz o nome, a função principal de uma hashtag é etiquetar, ou seja, separar por categorias conteúdos ciados na web. Sempre que você clicar em uma #, você terá acesso a outros conteúdos com a mesma etiqueta e categoria.

Então, quando um usuário buscar pelo termo, ele encontrará a sua publicação. Por isso, não devemos usar hashtags muito específicas, já que a visibilidade do post depende do quanto o termo é procurado. Quanto mais populares forem as tags, mais views.

Use as # de acordo com o tema abordado e o público que você quer atingir. Pense estrategicamente: se você ou a sua marca está falando sobre um evento de marketing, use tags para atrair pessoas que queiram usufruir desse conteúdo: #Publicidade, #MarketingDigital.

É sugerido não ultrapassar 8 hashtags.

  1. Fazer sorteios

As pessoas que estão participando do sorteio gostam do seu conteúdo? Ou elas deixarão de te seguir assim que o sorteio acabar?

Busque pessoas altamente qualificadas para ser o seu seguidor e cliente. Atraia pessoas que sejam engajadas com você.

Resultado rápido não é resultado bom!

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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