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Ensino que faz a diferença é o mote da nova campanha publicitária da Ânima

O Ecossistema Ânima, anuncia sua nova campanha de comunicação. Assinada pela Agência LVL, a estratégia é revolucionar o mercado de educação, apostando em uma nova linguagem e com proposta de valor diferenciada, sob o mote “Temos tudo o que todos oferecem, mas temos também tudo o que ninguém pode oferecer”. Nessa primeira fase, a campanha terá dois vídeos, em versões de 15 e 30 segundos, sendo um estrelado por Daniel Castanho, Presidente do Conselho Administrativo da Ânima Educação, e outro com foco no mercado de trabalho sob o título “Hora H do emprego”, sendo utilizados pelas instituições de ensino do Ecossistema de acordo com posicionamento de marca. A campanha deverá rodar até meados de fevereiro, em TV aberta, digital, OOH e rádio e deve seguir reunindo outras personalidades que ajudam a construir a Ânima e suas instituições de ensino.
As peças reforçam a metodologia inovadora da Ânima Educação, focada no ensino de qualidade e que respeita a individualidade dos estudantes, como a escolha de um currículo que corresponda aos seus anseios, a experiência multidisciplinar e o aprendizado dentro de grandes empresas. Para destacar o DNA inovador do Ecossistema Ânima, foi preciso deixar de lado o clichê de jovens em frente ao computador ou com mochilas e cadernos — comuns em campanhas do setor –, para apostar em algo que corresponda às aspirações reais dos estudantes.
“Essa comunicação é diferente de tudo que já se viu no mercado. E começa pelo fato de não usarmos jovens modelos como garotos-propaganda, escapando do lugar comum das outras campanhas voltadas para esse público. Isso porque não se trata apenas de apresentar a instituição, mas de introduzir um conceito de educação tão inovador que o próprio educador e empresário — o Daniel Castanho — que é também um dos fundadores da Ânima Educação — resolveu encarar o desafio de encabeçar esta campanha”, explica Marcelo Henrik, vice-presidente de marketing da Ânima Educação. Já a proposta do segundo filme foi trazer o mercado de trabalho para dentro da universidade é um dos propósitos da companhia. “Queremos que os alunos tenham essa visão do ambiente do trabalho que eles irão encontrar e que possam vivenciar o dia a dia da sua profissão logo no primeiro semestre”, afirma Marcelo Henrik.
“É uma grande honra lançar uma campanha com uma linguagem tão verdadeira, objetiva e que se diferencia dos demais no segmento e que só engrandece o discurso e as ideias inovadoras que o Ecossistema Ânima traz para transformar a educação do nosso país.” Roberto Campos, CEO da LVL.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








