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Em época de distanciamento social, Alphaville Urbanismo implementa loja de conveniência 100% automatizada e sem funcionários em residencial

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Há mais de 45 anos no mercado, a Alphaville Urbanismo, principal loteadora de empreendimentos horizontais no país, inaugurou em junho uma loja de conveniência 100% automatizada e sem funcionários, chamada Alpha Market, dentro do residencial Alphaville Dom Pedro 3, em São Paulo. A iniciativa faz parte da parceria com a Onii, empresa que oferece lojas autosserviço para condomínios e empresas. O modelo de negócio permite que os moradores comprem os produtos que precisam dentro do próprio residencial, sem precisar da ajuda de vendedores ou atendentes. A proposta é oferecer uma loja completa, com cerca de 600 produtos, tanto os de alto consumo como alimentos, bebidas, snacks, como itens de higiene, limpeza e laticínios.

A implementação, que já era pensada antes da pandemia com o intuito de oferecer comodidade aos moradores, foi antecipada para incentivar o cumprimento das medidas de distanciamento social. Com a chegada do Alpha Market no residencial, é possível evitar aglomerações nas idas aos supermercados e também o contato físico ao receber pedidos delivery. Segundo Ricardo Castello Branco, Diretor Comercial da Alphaville Urbanismo, “neste período em que se deve evitar ao máximo sair de casa, oferecer soluções práticas e seguras aos nossos clientes tem sido prioridade. Aceleramos o processo de implementação para que as compras possam ser feitas a poucos metros de casa em segurança, 24 horas por dia, já que a loja nunca fecha.”

Castello Branco diz que outros residenciais da companhia já estudam implementá-la e acredita que o modelo das lojas autosserviço veio para ficar. “As compras no Alpha Market podem ser realizadas pelo smartphone e por isso facilitam muito durante a pandemia, mas também tornarão a vida mais fácil depois da Covid-19, quando não será mais necessário encarar o trânsito e as filas para abastecer a dispensa”, comenta.

Para fazer compras no Alpha Market, basta baixar o aplicativo e fazer o cadastro. Será gerado um código de barras para entrar na loja, a fim de identificar quem é o cliente, que deverá ser maior de 18 anos. Com as compras em mãos, basta escanear os produtos (todos possuem QR Code) e pagar direto pelo aplicativo, dispensando uso de notas e cartões.

A Alphaville Urbanismo optou pelo modelo do negócio em que a administração fica por conta do residencial. Nessa modalidade, os condôminos escolhem alguém para acompanhar as atividades da loja, podendo ser morador do residencial ou não. A pessoa escolhida é quem fica responsável pelas compras, controle de estoque, reparações e também pelas finanças.

O CEO da Onii, Tom Ricetti, afirma que as lojas da marca têm uma alta adesão entre os moradores e que a nova loja no residencial Alphaville Dom Pedro deve seguir o mesmo padrão, principalmente pela alta provocada pela pandemia. “Antes da Covid-19, no primeiro mês de implementação da uma loja Onii, havia uma adesão de em média 50% dos moradores. Agora, em tempos de isolamento social, o número aumentou para 85%. Acreditamos que a inauguração da loja no Alphaville Dom Pedro será um sucesso e que o número de adesão possa ser até maior com o passar dos meses, ultrapassando os 90%”, concluiu.

Alphaville Dom Pedro 3

Com a implementação da loja Alpha Market, o Alphaville Dom Pedro 3 se tornou o primeiro residencial da região de Campinas (SP) a receber o estabelecimento totalmente autônomo. Desde que foi entregue, em 2016, o condomínio tem apostado em outras iniciativas de inovação. O Presidente da Associação de Moradores, Mauro Macedo, comenta: “nosso residencial é um sucesso entre os clientes, pois nos preocupamos em oferecer comodidade e máximo conforto. Além do Alpha Market, durante a pandemia, também instalamos um equipamento calibrador de pneus no residencial. Dessa forma, as crianças podem ter os pneus da bicicleta sempre cheios, sem precisar sair de casa, por exemplo.”

Antes da pandemia, o condomínio já executava iniciativas voltadas à inovação e sustentabilidade. Um exemplo é a instalação do carport solar no estacionamento próximo das áreas de lazer. A estrutura substitui o telhado convencional e, enquanto abriga os carros, produz energia natural. “Com essa instalação da usina solar, economizamos muito, cerca de R$ 8 mil por mês. Conseguimos pagar praticamente todo o custo das áreas comuns com a energia renovável “, comenta Mauro.

Há cerca de três anos, o Alphaville Dom Pedro 3 também implementou uma estação de carga para veículos elétricos e inaugurou, no início deste ano, uma quadra de beach tennis que cumpre todas as medidas e padrões internacionais, podendo ser utilizada até mesmo para campeonatos oficiais.

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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