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Em campanha da Ampla, Pitú chama para resenha com Wesley Safadão, Tirullipa e Thardelly Lima

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A Aguardente Pitú mostra que “se tem futebol, tem resenha. E se tem resenha, tem Pitú” em nova campanha criada pela Ampla, agência com sede em Recife (PE) e escritórios em Vitória (ES), Aracaju (SE) e Maceió (AL). Composta de filme para TV e internet, será veiculada nos intervalos dos jogos transmitidos nas quartas-feiras à noite na Globo (Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro Série A e campeonatos regionais que ainda estejam acontecendo).


Contando com o cantor Wesley Safadão – garoto-propaganda oficial da cachaçaria -, o humorista Tirullipa e o ator Thardelly Lima, célebres pituzeiros (como são chamados os consumidores de Pitú), o filme aposta no bom humor para mostrar que “Com Pitú, futebol fica mais resenha”. A Resenha Pitú são momentos de descontração de seu público para consumir a bebida (mas com moderação). A veiculação ocorrerá nos estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Paraíba e nas demais capitais do Nordeste.


“A resenha é o território de Pitú, tanto quanto o futebol (talvez até mais). Por isso, o filme tem uma pegada meio nonsense, inspirada na resenha que rola pela internet, a cada rodada do campeonato. Safadão e Tirullipa aparecem no meio da história mais ou menos como os memes vão aparecendo naquele grupo de amigos no WhatsApp”, conta Henrique Pereira, sócio-diretor de Inovação e Novos Negócios da Ampla.


“A Pitú é uma marca muito querida e tem uma relação próxima com seu público. Nos alegra saber que estamos sempre presentes nos momentos de descontração dos nossos consumidores, como é o caso dos jogos de futebol. E não existiria melhor elenco para representar a resenha do futebol entre amigos do que esse time de pituzeiros ilustres. Foi incrível conseguirmos unir Wesley, Tirullipa e Thardelly no mesmo filme”, afirma Eduarda Ferrer, Gerente de Marketing da Pitú.


A Pitú foi a primeira marca cliente da Ampla e segue com a agência há mais de 44 anos. O atendimento engloba a comunicação publicitária em todas as frentes online, off-line e live, para os seguintes produtos: Pitú, Pitú Cola, Vitoriosa, Pitú Gold, Pitú Limão, Vinho do Frei e Vodka Bolvana.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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