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Elma Chips Amendoins promove “Método Amendoísmo”

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Elma Chips Amendoins, marca da PepsiCo, lança uma campanha, criada pela agência SoWhat, que defende o “Amendoísmo”: método para incentivar todos a relaxar um pouco, viver momentos de escape em meio ao ciclo infinito de busca por produtividade para fazer só o que quiser fazer, de forma leve e sem obrigações.

Para disseminar a mensagem do “Método Amendoísmo”, uma série de influenciadores vão ajudar a provocar pensamentos que incentivem o relaxamento e o descanso da mente, em linguagem descontraída por meio de pílulas de conteúdos, incluindo métodos que ensinam ao público a se divertir sem culpa e viver ocasiões sem imposições. Haverá ainda vídeos que demonstram na prática como ser adepto ao “Amendoísmo”, com veiculação em canais sociais como Instagram e TikTok.

“Nós queríamos contar os atributos do nosso produto e trazer os momentos de consumo de maneira descontraída. Como nosso conceito é sobre ter momentos livres e, principalmente, mais leves, por que não comunicar isso fazendo de um jeito inusitado? Por isso, explicamos que os momentos de descontração não precisam ser momentos de obrigação e sim escapes da rotina fazendo o que a pessoa quer fazer por vontade própria”, conta Juliana Costa Silva, gerente de marketing sênior da marca.

A iniciativa de Elma Chips Amendoins já faz parte do ambiente corporativo da PepsiCo – companhia controladora da marca – com a “short-friday”, em que uma parte dos colaboradores do grupo têm o expediente acabando mais cedo às sextas-feiras para incentivar o descanso das mentes.

Esta é a primeira campanha da SoWhat para Elma Chips® Amendoins, que teve produção da amb.tv e Jamute. Para o novo cliente, a agência terá atuação full service e será responsável por toda estratégia de comunicação e liderança criativa dos movimentos de marca no ano. “É um momento muito especial para a agência. Não só pela parceria com uma das marcas mais icônicas do Brasil, mas principalmente pela possibilidade de construir uma campanha tão relevante, conectada com a cultura e com o nosso tempo. ‘Amendoísmo’ é uma ilha de leveza e aceitação em meio a um ciclo infinito de exigências pessoais e profissionais”, explica Rafael Pavelegini, diretor executivo de criação da SoWhat.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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