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Elma Chips Amendoins promove “Método Amendoísmo”

Elma Chips Amendoins, marca da PepsiCo, lança uma campanha, criada pela agência SoWhat, que defende o “Amendoísmo”: método para incentivar todos a relaxar um pouco, viver momentos de escape em meio ao ciclo infinito de busca por produtividade para fazer só o que quiser fazer, de forma leve e sem obrigações.
Para disseminar a mensagem do “Método Amendoísmo”, uma série de influenciadores vão ajudar a provocar pensamentos que incentivem o relaxamento e o descanso da mente, em linguagem descontraída por meio de pílulas de conteúdos, incluindo métodos que ensinam ao público a se divertir sem culpa e viver ocasiões sem imposições. Haverá ainda vídeos que demonstram na prática como ser adepto ao “Amendoísmo”, com veiculação em canais sociais como Instagram e TikTok.
“Nós queríamos contar os atributos do nosso produto e trazer os momentos de consumo de maneira descontraída. Como nosso conceito é sobre ter momentos livres e, principalmente, mais leves, por que não comunicar isso fazendo de um jeito inusitado? Por isso, explicamos que os momentos de descontração não precisam ser momentos de obrigação e sim escapes da rotina fazendo o que a pessoa quer fazer por vontade própria”, conta Juliana Costa Silva, gerente de marketing sênior da marca.
A iniciativa de Elma Chips Amendoins já faz parte do ambiente corporativo da PepsiCo – companhia controladora da marca – com a “short-friday”, em que uma parte dos colaboradores do grupo têm o expediente acabando mais cedo às sextas-feiras para incentivar o descanso das mentes.
Esta é a primeira campanha da SoWhat para Elma Chips® Amendoins, que teve produção da amb.tv e Jamute. Para o novo cliente, a agência terá atuação full service e será responsável por toda estratégia de comunicação e liderança criativa dos movimentos de marca no ano. “É um momento muito especial para a agência. Não só pela parceria com uma das marcas mais icônicas do Brasil, mas principalmente pela possibilidade de construir uma campanha tão relevante, conectada com a cultura e com o nosso tempo. ‘Amendoísmo’ é uma ilha de leveza e aceitação em meio a um ciclo infinito de exigências pessoais e profissionais”, explica Rafael Pavelegini, diretor executivo de criação da SoWhat.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







