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Elma Chips Amendoins promove “Método Amendoísmo”

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Elma Chips Amendoins, marca da PepsiCo, lança uma campanha, criada pela agência SoWhat, que defende o “Amendoísmo”: método para incentivar todos a relaxar um pouco, viver momentos de escape em meio ao ciclo infinito de busca por produtividade para fazer só o que quiser fazer, de forma leve e sem obrigações.

Para disseminar a mensagem do “Método Amendoísmo”, uma série de influenciadores vão ajudar a provocar pensamentos que incentivem o relaxamento e o descanso da mente, em linguagem descontraída por meio de pílulas de conteúdos, incluindo métodos que ensinam ao público a se divertir sem culpa e viver ocasiões sem imposições. Haverá ainda vídeos que demonstram na prática como ser adepto ao “Amendoísmo”, com veiculação em canais sociais como Instagram e TikTok.

“Nós queríamos contar os atributos do nosso produto e trazer os momentos de consumo de maneira descontraída. Como nosso conceito é sobre ter momentos livres e, principalmente, mais leves, por que não comunicar isso fazendo de um jeito inusitado? Por isso, explicamos que os momentos de descontração não precisam ser momentos de obrigação e sim escapes da rotina fazendo o que a pessoa quer fazer por vontade própria”, conta Juliana Costa Silva, gerente de marketing sênior da marca.

A iniciativa de Elma Chips Amendoins já faz parte do ambiente corporativo da PepsiCo – companhia controladora da marca – com a “short-friday”, em que uma parte dos colaboradores do grupo têm o expediente acabando mais cedo às sextas-feiras para incentivar o descanso das mentes.

Esta é a primeira campanha da SoWhat para Elma Chips® Amendoins, que teve produção da amb.tv e Jamute. Para o novo cliente, a agência terá atuação full service e será responsável por toda estratégia de comunicação e liderança criativa dos movimentos de marca no ano. “É um momento muito especial para a agência. Não só pela parceria com uma das marcas mais icônicas do Brasil, mas principalmente pela possibilidade de construir uma campanha tão relevante, conectada com a cultura e com o nosso tempo. ‘Amendoísmo’ é uma ilha de leveza e aceitação em meio a um ciclo infinito de exigências pessoais e profissionais”, explica Rafael Pavelegini, diretor executivo de criação da SoWhat.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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