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Eisenbahn reúne Paola Carosella e Rodrigo Hilbert em conteúdos exclusivos

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Eisenbahn reúne Paola Carosella e Rodrigo Hilbert em conteúdos exclusivos
A Eisenbahn apresenta uma parceria inédita com os apresentadores Paola Carosella e Rodrigo Hilbert. A dupla vai participar, neste segundo semestre, de uma série de conteúdos especiais com a assinatura da marca. Referência no segmento de cervejas pela utilização de matérias-primas únicas e muito cuidado na produção, a Eisenbahn com este projeto reforça que ter um estilo de vida artesanal vai muito além da cerveja.

“Com essa parceria buscamos mostrar que viver artesanalmente vai muito além do cuidado com cada ingrediente e detalhe produtivo da cerveja, é saber prestar atenção e aproveitar cada detalhe da nossa rotina. Por isso, ninguém melhor do que o Rodrigo e a Paola para nos ajudarem nessa democratização do estilo de vida artesanal”, adianta Karina Pugliesi, gerente de marketing da Eisenbahn.

Paola Carosella entende que a gastronomia vai muito além da mesa. Os alimentos além de harmonizarem muito bem com cerveja, nos trazem memórias e criam momentos especiais. Em seu primeiro conteúdo exclusivo da Eisenbahn, que já está disponível em seu canal no Youtube, a chef apresenta seus rituais além da mesa. “Acredito que na cozinha e na vida, tudo envolve um contexto. Onde você está, como você faz, todos os rituais que você traz, a importância que você dá aos detalhes. Então, quanto mais envolvida você está na preparação, melhor. Nunca é só uma coisa. A Eisenbahn é isso também, um cuidado com os detalhes”, completa Paola.

Rodrigo Hilbert, reconhecido por viver um estilo de vida com autenticidade, entende a beleza de se viver os detalhes e aproveitar cada pequeno momento da rotina. Sabe apreciar os momentos com leveza e espontaneidade, além de trazer cuidado em tudo o que faz. “Eu tenho uma ligação muito forte com o universo artesanal, essa parceria com a Eisenbahn tem tudo a ver com o meu modo de viver”, completa Hilbert.

Idealizada pela Agência Lema, à frente do desenvolvimento da estratégia e execução de projetos em brand PR da marca, a série de conteúdos inéditos da Eisenbahn será apresentada em publicações nos perfis dos apresentadores no Instagram, em vídeos no canal do Youtube da Carosella e no programas apresentados por Hilbert na TV.

Além dos apresentadores, a marca contará ainda com um time de influenciadores digitais, referências em diversas áreas, para reforçar a comunicação com seu público-alvo.

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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

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A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.

A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.

A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.

“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.

Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.

Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.

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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

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Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.

Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.

A engenharia por trás da “coincidência”

O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.

Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.

O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões

O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.

Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.

Literacia digital e privacidade

Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.

“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.

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