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Edu Peres assume a direção artística da Lab 3 TV

Um dos principais diretores de programa da TV brasileira, Edu Peres assume a direção artística da LAB3 TV. Com 23 anos de carreira e 19 anos de TV Globo, foi responsável pela direção de artistas consagrados como Caldeirão do Huck, Vídeo Show, Mais Você, Encontro com Fátima Bernardes entre outros. Agora, Edu entra para o mercado digital em uma das empresas mais pioneiras de transmissão ao vivo do país.
“Poder voltar a essa adrenalina do AO VIVO e agora com novos meios que é internet, me deixou muito animado e estou pronto para encarar este novo desafio”, diz o diretor.
No mercado há 15 anos e com aproximadamente 30 colaboradores, a LAB3 TV é pioneira no mercado de transmissão ao vivo e gestão digital de marcas e figuras públicas. A empresa acumula experiência e projetos de relacionamento na WEB para clientes corporativos e com foco específico na produção de projetos de WEB TV, sendo eles gravados ou ao vivo.
Michel Teló em Lisboa, Alexandre Pires com show transmitido para o portal UOL direto de Santiago, Daniel e Carlinhos Brown no Brazilian Day, direto da 6ª Avenida em New York, são alguns dos projetos de streaming de artistas brasileiros no mundo, realizados pela agência.
A agência no mercado corporativo, coordena e executa transmissões internas para grandes companhias, como Nissan, Mercedes-Benz Caminhões, Danone e também para grandes canais do Youtube, realizando há poucos dias a 3a maior live do Planeta no youtube: Sandy e Júnior, chegando a 2.800.000 usuarios simltâneos.
“Estamos vivendo um momento diferenciado, onde o mercado descobriu a importância das Lives. Com isso nossa demanda aumentou e com ela queremos aumentar a qualidade na entrega. A contratação de um grande profissional de emissoras de grandes massas, vem agregar o nosso trabalho, onde não vemos diferença entre TV e internet. São apenas meios e o que importa é o conteúdo e como ele é feito”, afirma Marcio Bertolone, Head de Negócios da Lab 3 TV.
Nesta quarentena, além de Sandy e Júnior, foram responsáveis por transmitirem as Lives de Péricles, Matheus e Kauan, Michel Teló, João Bosco e Vinícius, Nando Reis, Seu Jorge, Alexandre Pires e a live do presidente Sérgio Rial, presidente do Banco Santander.
Site oficial: www.lab3.tv
Instagram: @lab3tv
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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