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Digi reestrutura diretoria e contrata Aline Sattler para comandar área de Negócios

Para enfrentar os desafios de 2021 e oferecer soluções ainda mais completas para os clientes, a Digi, uma das mais relevantes agências de incentivo e relacionamento do mercado, está fazendo um movimento de reestruturação da diretoria, com a chegada de novos profissionais e a
promoção de outros integrantes do time.
A agência anuncia a contratação de Aline Sattler, que já teve passagens pela Tangran, Red Action e Momentum. A profissional chega para assumir o cargo recém-criado de diretora de Negócios, braço da antiga diretoria de Operações, com foco maior em gestão e à frente de uma equipe de 12 pessoas. Outra novidade é Marcelo Favery, ex-Agência EA, que chega à Digi como diretor de Criação no lugar de Bruno Briso, que foi promovido ao novo cargo de diretor de Core Business.
Formada em Comunicação e Marketing, com pós-graduação pela Universidade de São Paulo (USP), Aline Sattler tem 18 anos de carreira e já atendeu clientes como BRF, Johnson & Johnson, Itaipava, Telecine, Sony e Kibon, entre outros. Também atuou no desenvolvimento da primeira promoção via SMS da história da Sadia, para a marca Qualy, com 5 milhões de SMS recebidos de todas as partes do país.
A diretora de Negócios chega à Digi para atuar com empresas como Stellantis (fusão da Fiat-Chrysler e Grupo PSA), Cargill, Coca-Cola Brasil, KPMG, Samsung, Vigor, TIM, entre outras. “Minha função será direcionar a linha de frente da agência com o cliente, tendo como papel principal pensar estrategicamente o negócio dele, com o time pronto para atuar como consultores”, explica Aline Sattler, que vai se reportar diretamente ao presidente da Digi, Pedro Bannura.
Outro reforço no time é o diretor de Criação Marcelo Favery, que se reporta a Bruno Briso e chega para comandar 14 criativos multidisciplinares. Com 17 anos de atuação no mercado, o profissional é formado em Publicidade e Propaganda pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), com MBA em Inovação, Liderança e Gestão pela PUCRS e especialização em UX na EBAC (Escola Britânica de Artes Criativas & Tecnologia).
Favery atuou durante 10 anos na Agência EA e já trabalhou com marcas como Heineken, Amstel, Eisenbahn, Adidas, Reebok, GOL, CBF, Federação Paulista de Futebol, FIFA e Conmebol. O novo diretor de criação da Digi conquistou 13 prêmios POPAI na última edição da premiação que reconhece os projetos mais criativos e eficazes de visual merchandising, displays e materiais de PDV.
Com a reestruturação na Digi, Marina Morato, que comandava a diretoria de Operações, assume como diretora de Business Strategy. “Nosso objetivo com as mudanças no corpo diretivo é conseguir levar mais inteligência para os negócios dos clientes”, explica Marina.
Outra mudança na diretoria da agência foi a promoção de Barbara Ogoshi de gerente de Recursos Humanos a diretora de Gente & Gestão. Fabiana Miyada completa o quadro de diretores à frente da diretoria Administrativa e Financeira. Pedro Bannura é o presidente da Digi e Cristiano Miano, sócio-fundador e chairman.
“A Digi está fazendo este movimento de reestruturação do corpo diretivo, investindo em novas áreas, como a de Estratégia de Negócios. Para isso, deve também abrir novas posições, como a de cientista de dados (data scientist), que vai focar em uma análise de dados mais profunda para entregar informações que direcionem melhor as campanhas de incentivo e o dia a dia com os nossos clientes”, conta Barbara Ogoshi, diretora de Gente & Gestão. Segundo a executiva, outras contratações devem vir para cargos como PMs (project manager) para trazerem ainda mais visão estratégica para os squads.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








