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DialMyApp anuncia novo diretor de marketing

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A DialMyApp, plataforma B2B colaborativa digital de autoatendimento de clientes, acaba de anunciar Fabio Bottini para o cargo de Diretor de Marketing.

 

Bottini vem da VIVO, onde atuou como gerente de marketing e de estratégia por sete anos, antes atuou na Telefonica durante 15 anos na área de projetos e orçamentos.

 

A missão do executivo é trabalhar a estratégia de comunicação e imagem global da DialMyApp, consolidando a marca como inovadora em soluções de autoatendimento e engajamento digital de usuários finais.

 

“Meu objetivo é potencializar o que a companhia já tem de melhor em termos de soluções e expertise, destacando aspectos como agilidade na criação de novas tecnologias significativas para a revolução digital e nossa forma encantadora de lidar com pessoas. Me impressiona o ciclo de gratidão e empatia criado no mercado pela Comunidade DialMyApp. Não é só tecnologia, é gente ajudando gente”, resume Fabio Bottini, diretor de marketing da DialMyApp.

 

De acordo com a companhia, a contratação faz parte da estratégia para 2021: repetir o crescimento apresentado no ano passado, que foi de 430%, além de lançar as soluções DialMyClient, DialMyApp Gateway, MyBanner, DialMyHotel, entre outras que chegarão em breve.

 

Segundo Flávia Pollo Nassif, CEO da DialMyApp Brasil, com a expertise e a experiência de Bottini a empresa irá potencializar os resultados. “Fábio é um artista. Consegue comunicar de uma forma nada óbvia gerando sentimento, criando necessidades e engajando o mercado em nossos objetivos. Uma empresa de tecnologia de ponta como nós precisa sair da mesmice em todos os aspectos”, afirma Flávia.

A solução DialMyApp digitaliza as ligações para centrais de atendimento, de forma visual e simples. Ao ligar para uma central de atendimento, o cliente é convidado a olhar sua tela, onde encontra um menu de opções de autosserviço para solucionar problemas, compras, alterações cadastrais e mais, de forma digital e eliminando filas de espera. Com média de 58.6% de engajamento, a plataforma também é muito utilizada para pesquisas de opinião. Ao final do seu autosserviço o cliente é levado a responder, de forma rápida e simples, perguntas sobre novos produtos ou serviços, sobre a experiência no atendimento e diversas outras.

A tecnologia sueco-israelense, que chegou ao Brasil em 2018, fechou o ano passado com mais de 133 milhões de devices habilitados e 50 empresas em produção que geraram 162 milhões de chamadas digitais.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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