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Dia Internacional do Esporte: Rexona lança o Projeto “Quebrando Barreiras”

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 80% da população jovem do mundo se movimenta pouco, abaixo do considerado ideal. Em paralelo, um estudo encomendado por Rexona – que ouviu mais de cinco mil pessoas em cinco países, incluindo o Brasil – mostrou que 1 em cada 3 pessoas está infeliz com seu atual nível de atividade física, ainda 2 em cada 3 pessoas sofrem com falta de motivação, e quase a metade dos entrevistados identifica o constrangimento como uma barreira ao movimento.

Essa é uma realidade que Rexona está lutando para transformar por meio do Projeto Quebrando Barreiras. O programa, lançado hoje (06) no Dia Internacional do Esporte, visa usar o esporte e a atividade física para capacitar jovens com a confiança e oportunidade de superarem barreiras e alcançarem a vida ativa e saudável que desejam através do movimento. 

“Como uma marca que está lutando por um mundo onde todos tenham confiança para se movimentar mais, precisamos agir para garantir que todos, independentemente de raça, gênero, habilidade ou classe social, realmente tenham o direito de serem fisicamente ativos. Por meio do Projeto Quebrando Barreiras, estamos dando aos jovens motivação, acesso a treinadores e espaços seguros, de que precisam para se movimentarem mais. Porque, por meio do movimento, todos podem encontrar a confiança para quebrar seus limites”, diz a Kathryn Swallow, vice-presidente global de Rexona na Unilever.

Rexona acredita no poder do movimento para transformar vidas, já que todos devem ser capazes de experimentar os benefícios físicos, mentais e sociais que ele traz. Em parceria com a Beyond Sport, – líder na promoção de mudanças sociais sustentáveis por meio do esporte – o Projeto Quebrando Barreiras oferecerá aos jovens a confiança e a oportunidade de se movimentarem cada vez mais.  

Barreiras em relação ao movimento

A pesquisa global conduzida por Rexona descobriu que um número surpreendente de pessoas enfrentam barreiras que as impedem de se movimentarem.

Uma das principais é a dúvida de si mesmo. O estudo revelou que uma em cada 2 pessoas se preocupa em não ser boa o suficiente, enquanto 4 em cada 10 temem ser julgadas por outras pessoas. 6 em cada 10 pessoas acham que uma vida ativa seria inatingível, por isso nem tentam.

A pesquisa revelou ainda que 66% das pessoas globalmente acreditam que a sociedade apenas comemora os vencedores, número que entre os brasileiros é ainda maior, 71%. Duvidar das suas próprias capacidades é um sentimento comum (88%) entre as pessoas entrevistadas em todos os países e, entre os jovens, a frequência da dúvida é maior. 

Dados da Fundação ABRINQ (2021) apontam que 74% dos jovens no Brasil estão em escolas públicas, que muitas vezes não possuem estrutura básica para o incentivo a atividades físicas.

Além disso, 4 milhões de jovens moram em regiões periféricas com condições de vida precárias. Isso se reflete também na pesquisa conduzida por Rexona, que mostrou que um em cada dois participantes diz que os custos necessários para a prática de alguma atividade física é um fator limitante para sua participação, sem contar a dificuldade de acesso observada principalmente em regiões periféricas. 

“Nossa pesquisa, realizada em março de 2020, início da pandemia, já revelava um cenário delicado – que se intensificou ainda mais – sobre o quanto as pessoas têm se movimentado em todo o mundo. Por saber que o movimento é uma ferramenta poderosa para manter-se bem física e mentalmente, nosso compromisso de inspirar e ajudar as pessoas nesse sentido se tornou ainda mais importante agora, já que viveremos os possíveis impactos da pandemia a longo prazo”, conta Andreza Graner, gerente de marketing de Rexona no Brasil. 

Por meio do Programa Quebrando Barreiras, a marca vai contribuir para quebrar de fato grandes barreiras que impedem as pessoas de se movimentarem, através de ações concretas com foco em impacto social e desenvolvimento humano. 

Sobre o Projeto

O programa se concentra no apoio a crianças e adolescentes, especialmente aqueles que enfrentam as maiores barreiras de serem ativos – como jovens de periferia – equipando-os com habilidades essenciais para a vida, como confiança, trabalho em equipe e resiliência.

Ao proporcionar acesso a treinadores e mentores, além de espaços seguros para se movimentar, esses jovens poderão encontrar a confiança para superarem os limites que os afastam de uma vida com mais movimento e qualidade – aqueles que são impostos por eles próprios e pela sociedade.

O Projeto Rexona Quebrando Barreiras será composto por:

Parcerias: com ONGS, treinadores e líderes comunitários para proporcionar aos jovens o acesso a programas relacionados ao movimento, bem como o coaching e mentoria que precisam para transformar suas vidas através do esporte. O objetivo de Rexona é contribuir para que essas organizações possam fortalecer seus programas já existentes e expandir o alcance a cada vez mais  beneficiários. No Brasil, algumas das instituições parceiras são love.fútbol, IEE, ACER Brazil, Instituto Fazer Acontecer e ACE Projects. 

Coaching e treinamento:  treinamentos digitais, desenvolvidos com especialistas de instituições internacionais como “Coaches Across Continents”, “The Sports Creative” e “The Change Foundation”, projetados para mentores e professores, com o objetivo de proporcionar a eles as ferramentas que precisam para continuar inspirando suas comunidades. Por meio de uma plataforma online, Rexona irá equipá-los com habilidades para capacitar os jovens com a confiança de superar barreiras e conseguir mais por meio do poder do movimento, combatendo principalmente a dúvida de si mesmos.

“Tive a oportunidade de conhecer em diversos países o poder incrível que o esporte, em especial o futebol, tem de reunir pessoas em torno de um objetivo comum: uma vida mais positiva e produtiva para todos. É para isso que trabalhamos todos os dias, e contar com Rexona no nosso time faz toda a diferença, porque nos permitirá alcançar ainda mais pessoas através do movimento”, afirma Mano Silva, COO da love.fútbol.

Juntando-se a nomes como Dove, Seda, e outras grandes marcas da Unilever, o programa reforça o compromisso recém divulgado da categoria de Beleza e Cuidados Pessoais da Unilever em melhorar a saúde e o bem-estar e promover a equidade e a inclusão, atingindo 1 bilhão de pessoas por ano até 2030. Com lançamento inicial no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido, a ambição é estender o programa a outros mercados em 2022. 

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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