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Daniel Leitão é o novo sócio e líder criativo da 11:11

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A 11:11, creative shop comandada por Marcelo Siqueira, Wilson Mateos e Renata Antunes, anuncia a chegada de um novo sócio. Quem passa a integrar o agora quarteto criativo que lidera a operação é Daniel Leitão, que já vinha realizando trabalhos esporádicos, passando a reforçar o time em definitivo.

Diretor de arte por formação, Leitão tem mais de 20 anos de propaganda, com passagens por Neogama/BBH, WMcCann, JWT/GTB, Talent Marcel, Africa, Publicis e AlmapBDDO. No período, desenvolveu campanhas para clientes como GM, Ford, Volkswagen, Claro, TIM, Vivo, Santander, Itaú, Bradesco, Heineken, Brahma e diversas outras marcas de destaque, que renderam a ele premiações nos principais festivais da indústria, como Cannes Lions, One Show e Profissionais do Ano.

Na 11:11, ele dividirá a função de sócio e diretor executivo de criação com Renata Antunes, atuando em parceria direta com os sócios-fundadores e coCCOs Wilson Mateos e Marcelo Siqueira. Sua chegada também reforça o DNA da operação, que tem a entrega criativa como centro de todos os seus trabalhos.

“A chegada do Leitão marca um momento de crescimento da 11:11, solidificando um formato que foi, durante esses últimos meses, testado e aprovado. Nós atraímos uma demanda suficiente para precisar de mais alguém na liderança, e ele é alguém que se mostro totalmente alinhado com a nossa crença, além de ter um craft impecável e a experiência ideal para a função”, destaca Mateos. “Já tínhamos uma admiração enorme pelo Leitão e, agora, chegou a oportunidade de termos ele conosco em definitivo. Nosso ideal de crescimento sempre está focado na criação, e a chegada dele como novo sócio mostra que estamos conseguindo manter nossa essência e diferencial de mercado impecável”, completa Siqueira.

“Depois de mais de 20 anos no mercado, trabalhando para muitas das melhores agências do Brasil e maiores marcas do mundo, esse tempo de reflexão durante a pandemia me devolveu a vontade de ser mais atuante na criação, exercendo uma liderança menos burocrática que aquela comum nas grandes corporações. O resgate dessa atuação mais pura de criar é o que mais me cativa em fazer parte dessa estrutura, ainda mais tendo como parceiros três pessoas que eu admiro e gosto tanto. É um diferencial poderoso e incrível da 11:11”, analisa Leitão.

Após atuar em modo beta durante o início da pandemia, a 11:11 foi lançada oficialmente no mercado em março de 2021. Em junho daquele ano, Renata Antunes se juntou aos sócios-fundadores Mateos e Siqueira, que agora recebem Leitão como novo integrante do quarteto de liderança. Em menos de dois anos, o creative shop atraiu e desenvolveu trabalhos nos mais diferentes formatos para marcas como Unilever, Danone, Honda, Amaro, Luxottica/Óticas Carol, Mosaic Fertilizantes e Pucmed.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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