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Cumplicidade entre pai e filha marca nova campanha de dia dos pais da Vivo

Para marcar o dia dos pais, a nova campanha da Vivo aborda o tema de inclusão – sob a ótica da deficiência visual – na relação entre um pai e sua filha e de forma sensível e emocionante. O novo filme dos Planos Família 4.5G apresenta com delicadeza um momento especial de cumplicidade entre pai e filha em uma jornada que marcará as suas vidas: o pai está levando sua filha para conhecer o mar pela primeira vez. “Somos uma marca inclusiva e que busca conversar com todos os públicos. Nesse filme, trazemos o tema de uma forma poética e verdadeira, pois acreditamos que nossa comunicação deve representar todos os públicos”, explica Marina Daineze, diretora de Imagem e Comunicação da Vivo.
Embalado por uma versão de “La Vie em Rose”, que ficou famosa na voz de Edith Piaf, o novo filme “Na Estrada” reforça a importância dos laços no universo familiar e de como a conexão pode estar presente em todos os momentos, seja qual for a jornada. A temática de inclusão e diversidade, que mais uma vez é carro-chefe em um filme da marca, já esteve presente em outras comunicações da Vivo sob outras óticas como a questão racial, a relação entre diferentes gerações e também a multiplicidade das famílias. Com a assinatura “Família é com quem você faz planos – Feliz dia dos Pais”, o filme é uma criação da Y&R Brasil e será exibido em Pay TV e TV Aberta. Confira aqui o novo filme.
Estratégia reforçada para o dia dos pais
O novo filme “Na Estrada” faz parte de uma campanha maior da Vivo para celebrar o dia dos pais. Além do filme com temática emocional, a Vivo também vai apresentar outros filmes, a partir do dia 24/07, que vão divulgar ofertas selecionadas de smartphones, fones, smartwatches, caixas de som e muito mais, como sugestões de presentes do dia dos pais. Com a locução de Ivete Sangalo, os filmes seguem com o mote “Tem Tudo na Vivo” e com a assinatura “’no site, na loja, tem tudo na Vivo”. A criação desses filmes também é da Y&R Brasil.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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