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Culligan Brasil lança nova campanha na TV aberta e apresenta Dona BB

A Culligan, líder mundial em tratamento de água, anunciou a campanha de marketing de sua marca IBBL para o início de 2023. A ação representa o novo momento da marca que, com 36 anos de história e presença consolidada no mercado, assume uma figura humana com a Dona BB: uma senhora divertida e original apaixonada pelos produtos IBBL, disposta a aconselhar consumidores residenciais e corporativos em suas jornadas pela escolha da tecnologia de hidratação que melhor se adequa a suas necessidades. A marca espera atingir mais de 39 milhões de pessoas em quatro inserções diárias nos meios digitais e na televisão.
A campanha terá veiculação no digital, nas TVs pagas e aberta, seguindo a adequação de consumo de mídias do público alvo. No ambiente digital, Dona BB está no Instagram, Facebook e Youtube com os dois filmes de 30 segundos, pílula de conteúdos exclusivos de dicas e opiniões da personagem e outros conteúdos estáticos. Os conteúdos poderão ser assistidos em: @IBBLBrasil.
Na TV aberta, os filmes serão exibidos na emissora Globo nos períodos da manhã e tarde durante os intervalos dos programas Hora Um, Bom dia São Paulo, Sessão da Tarde, É de Casa, Pequenas Empresas e Globo Rural. Na TV fechada, os filmes serão veiculados no canal Discovery Home and Health nos intervalos dos programas Masterchef, Irmãos à Obra, Ame-a ou Deixe-a, Extreme Makeover.
Segundo Renata Momi, gerente de marketing da Culligan, a ação é parte da nova estratégia da empresa para se aproximar ainda mais de seu público. “Com a personificação da marca através da Dona BB, vamos criar um relacionamento com o público, exaltar os produtos, popularizar os principais diferenciais e aumentar o reconhecimento da marca IBBL. A ideia é conversar diretamente com interessados em reforma de casa, saúde e bem-estar, eletrodomésticos, qualidade da água e culinária, dos públicos A, B e C de abrangência nacional”.
A campanha terá duração de 60 dias e penetração em meios online e offline e foi desenvolvida junto da agência CDR+, de Sorocaba, em parceria com a produtora La Casa Filmes.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








