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Cristiano Miano, do Grupo Digi, é o único brasileiro no júri do IMA Awards 2020

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Um dos mais reconhecidos e importantes prêmios de marketing de incentivo do mundo vai contar com um brasileiro no júri. Cristiano Miano, sócio-fundador e chairman do Grupo Digi, foi anunciado como jurado do IMA Summit Virtual Awards 2020, premiação nos Estados Unidos que reconhece os cases de excelência no setor de Incentivo no mundo todo.

Ao todo são 17 jurados, de empresa e agências norte-americanas, europeias e uma brasileira, que vão escolher os cases de excelência em 10 categorias, como Incentivo de Vendas, Incentivo ao Revendedor, Promoção, Programas de Incentivo, Responsabilidade Social, Inovação e Tecnologia, entre outras.

A premiação é organizada pelo IMA (Incentive Marketing Association ou Associação de Marketing de Incentivo) desde 2015, para celebrar a excelência no setor de Incentivo, Recompensa e Reconhecimento.

O evento, que neste ano acontece no meio digital por conta da pandemia do coranavírus, será realizado no dia 22 de setembro. As inscrições de cases podem ser feitas até 31 de julho e o shortlist será divulgado no dia 01º de setembro. O evento presencial foi adiado para agosto de 2021 e será realizado na Flórida (EUA).

A Digi é a única agência brasileira a ganhar o prêmio Circle of Excellence, do IMA – Incentive Marketing Association, em Chicago, em 2019, com um case de incentivo a distribuidores e revendedores para Coca-Cola Brasil.

“É uma honra compor este júri, representando o Brasil em um mercado global. Esperamos ainda mais cases brasileiros neste ano, inclusive. Em época de pandemia, o fato de todos estarem remotamente globaliza ainda mais os eventos e os reconhecimentos de mercado”, diz Cristiano Miano, sócio-fundador e chairman do Grupo Digi.

Há mais de 20 anos no mercado, Miano é fundador do Grupo Digi, holding que detém a agência Digi, uma das principais agências de Marketing de Incentivo e Relacionamento do Brasil e que atende clientes como Coca Cola, Cargill, Burger King, Honda e outros. Miano tem formação em Economia na PUC-SP e OPM (Gestão para empreendedores) na Harvard Business School, participa do Board da IMA há 4 anos e trouxe ao Brasil a Entrepreneur’s Organization, assim como apoia a entidade, liderando a fundação do IMA no Brasil, encabeçada pelo atual presidente Gilmar Caldeira.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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