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Creators encabeça movimentação da open talent economy no Brasil

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Creators encabeça movimentação da open talent economy no Brasil

Plataforma de match fortalece a comunidade de talentos independentes no Brasil, e neste Q2 já superou em 82% o valor transacionado em contratações feitas na plataforma em 2020

Após um ano de pandemia, implementação de home office e reestruturação das grandes empresas e agências, o número de profissionais independentes se torna cada vez maior e com ele a necessidade de um modelo estruturado que beneficie tanto o profissional quanto a empresa. O que vem depois do boom da economia freelancer? Muito além da gig economy, que não pode ser aplicada a relações de trabalho mais complexas, a Creators.LLC abre a discussão com o mercado criativo sobre a open talent economy.

O que é open talent economy? A open talent economy substitui o trabalho tradicional dentro das instituições e privilegia a formação de ecossistemas de talentos.

O poder da inteligência artificial somada a sensibilidade da curadoria humana

Enquanto o algoritmo trata de filtrar os melhores candidatos, criando shortlists específicas relacionadas aos skills, excelência na criação do portfólio e descrição das experiências na plataforma, a curadoria humana, liderada por experientes recruiters, carrega a sensibilidade dos fundadores e curadores, considerando pontos cruciais para o processo seletivo e contratação. A inteligência do algoritmo facilita a busca por talento e empresa e faz com que o match com um talento aconteça em até 24 horas. Em 48 horas, um time completo dedicado ao projeto de forma remota ou presencial é formado.

As funcionalidades somadas fazem da CREATORS uma plataforma necessária, além de um hub criativo diverso que reúne alguns dos maiores nomes da publicidade e criação no Brasil. Com um modelo de curadoria proprietário, atuam trazendo mais diversidade para os trabalhos, com indicações recompensadas de talentos negros, mulheres e LGBTQIA+, ajudando a promover diversidade no mercado de comunicação.

“É um cenário promissor.  Estamos aumentando o time com o compromisso de contratar 50% de pessoas negras e também aumentar a diversidade da base de talentos com a ajuda de um modelo de curadoria proprietário. A diversidade é um pilar muito importante na Creators, e estamos focados em expandir a bolha da comunicação para horizontes mais amplos”, explica Nohoa Arcanjo.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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