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COVID-19 levou a uma queda de US$ 22 bilhões nas vendas fora do lar, revela estudo global da Kantar

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As vendas de FMCG (bens de consumo massivo) para consumo em casa atingiram 10% globalmente em 2020; no entanto, nos setores de snacks e bebidas não alcoólicas dentro (In Home) e fora do lar (Out Of Home – OOH) o cenário foi diferente, aponta novo estudo da Kantar. Em comparação com 2019, as vendas OOH diminuíram em oito dos nove mercados analisados, com exceção da Indonésia, em uma queda da ordem de US$ 22 bilhões (-26%), enquanto as internas aumentaram U$ 8 bilhões (+8%). E em seis deles – Espanha, Grã-Bretanha, China, Tailândia, França e Brasil – também foi registrada uma queda nas vendas combinadas de dentro e fora de casa.

 

No Brasil, o gasto Fora do Lar caiu 16% em comparação a 2019, enquanto o Dentro do Lar teve desempenho 12% maior do que em 2019.

No final de 2020, nos países incluídos na análise, as vendas de bebidas OOH caíram mais de 30%, enquanto as vendas em casa aumentaram apenas 6%, o que significa que as vendas totais caíram 14%. Os lanches consumidos fora do lar também sofreram declínio nas vendas OOH (18%), mas aumentaram as vendas internas (8%). A categoria de bebidas foi a mais atingida durante o primeiro período de bloqueio (segundo trimestre de 2020) e, embora nenhum dos setores tenha se recuperado totalmente no último ano, o desempenho foi melhor para snacks no terceiro trimestre. Ao mesmo tempo, as vendas internas aceleraram para um crescimento de dois dígitos tanto no segundo quanto no quarto trimestre.

 

Algumas categorias específicas dentro de bebidas – refrigerantes e cafés – que tinham a maior dependência de OOH, sofreram o declínio mais significativo do consumo dentro e fora do lar, de -16% e -22%, respectivamente. No extremo oposto, dentro de snacks, temos chocolate e snacks salgados, as duas categorias com a menor dependência de OOH para as vendas gerais, e ambas mantendo um crescimento de 4% e 5%, respectivamente.

 

Juntamente com a dependência das vendas OOH, mesmo que todas as ocasiões OOH mudem para bebidas In Home, a categoria bebida sempre sofrerá mais, uma vez que o custo médio da bebida é € 1,20 fora do lar versus € 0,20 dentro do lar, o que significa que um cliente precisa desfrutar uma bebida seis vezes em casa para contribuir com o mesmo valor que pagaria fora de casa.

 

Vendas de hotéis, restaurantes e cafeterias caem US$ 15 bilhões

 

Quando consideramos as vendas OOH, temos quatro canais distintos: dois dos quais são OOH puro – HoReCa (Hotéis, Restaurantes e Cafeterias) e Impulso (quiosques, lojas de doces, postos de gasolina, carro móvel, food truck, vendedores ambulantes e máquinas de venda automática) e dois que reproduzem In-and-Out – Canal moderno (hipermercados, supermercados, lojas de conveniência e self-service) e Canal Tradicional (Lojas de comida tradicional, não self-service).

 

60% dos gastos OOH vêm dos canais OOH puros (41% para HoReCa e 19% para Impulso), e esses dois foram os mais atingidos pela pandemia, devido às restrições de bloqueio entre os países ao longo de 2020. As vendas caíram 36 % em HoReCa e 24% em Impulso, significando que sua decadência foi responsável por 85% da perda de US$ 22 bilhões em vendas OOH, sendo que HoReCa contribuiu com a maior parte disso.

 

O impacto e o declínio de HoReCa significam que o canal perdeu participação em quase todos os lugares e caiu para 41% em 2020, ante 48% em 2019.

 

O canal Impulso é o mais importante para Brasil e registrou um declínio de 17% em valor, enquanto HoReCa teve queda de 22%, Canal Moderno de 6% e Tradicional de 12%, também em comparação a 2019.

 

Os dados acima são baseados na análise do ano completo de 2020 em comparação a 2019, usando os painéis de compra fora de casa em nove mercados: Brasil, China, França, Grã-Bretanha, Indonésia, México, Portugal, Espanha e Tailândia. Esses painéis fornecem uma amostra contínua global e com a mais recente tecnologia disponível, em que a Kantar registra cada lanche, bebida e refeição comprada para consumo fora de casa, seja em movimento, no local de compra, no local de trabalho ou em outro lugar. Abrange dois setores de Snacks (chocolate, biscoitos, bolos, salgadinhos e sorvetes) e Bebidas Não Alcoólicas (café, refrigerantes, sucos e água engarrafada).

 

A Kantar também cobriu quatro canais distintos: HoReCa (pubs, bares, restaurantes – QSR e FSR, cadeias e independentes – cafeterias, padarias e lanchonetes), Impulso (quiosques, lojas de doces, postos de gasolina, carro móvel, food truck, vendedores ambulantes e máquinas de venda automática), Canal Moderno (Hipermercados, supermercados, lojas de conveniência e self-service) e Canal Tradicional (lojas de comida tradicional e não self-service).

 

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Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

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A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.

A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.

A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.

A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.

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Keeper adota ações em bares universitários para aproximar soluções de governança financeira de estudantes

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De olho no comportamento de universitários preocupados com a transparência, a segurança e o controle do caixa de suas comissões de formatura, a fintech Keeper adota uma abordagem de campo para se conectar com esse público. A empresa tem estruturado ativações promocionais diretamente em bares próximos a faculdades, pontos de encontro tradicionais dos estudantes em momentos de lazer. O objetivo da estratégia de live marketing é estreitar o relacionamento e apresentar suas soluções em um ambiente descontraído.

A proposta de atuação se insere em um mercado de eventos estudantis caracterizado por movimentar quantias elevadas, mas que ainda convive com processos de arrecadação informais. Fundada em 2014, a Keeper atua no segmento de comissões de formatura em todo o país por meio de um modelo próprio de custódia e governança, estruturado para gerenciar e proteger os valores recolhidos pelas turmas ao longo dos anos de graduação.

A empresa contabiliza em sua base de atendimento mais de 200 mil estudantes, distribuídos em cerca de mil turmas de 350 instituições de ensino superior no território nacional. Esse volume de operações acompanha uma demanda crescente das comissões por ferramentas que mitiguem riscos de perdas e ofereçam maior clareza sobre o fluxo de caixa.

A plataforma funciona como um ecossistema financeiro para as comissões de formatura, permitindo a centralização de cobranças, o agendamento de pagamentos e o acompanhamento dos saldos em um ambiente integrado. Para garantir a segurança das transações, as movimentações financeiras exigem documentações comprobatórias de despesas e passam por processos de validação digital, com notificações em tempo real enviadas aos membros responsáveis.

Além do suporte tecnológico, a empresa oferece consultoria financeira contínua para as turmas. Esse acompanhamento técnico engloba desde o auxílio na interpretação jurídica de contratos com fornecedores e agências de eventos até estudos de viabilidade econômica das festas de colação e recepção. O suporte busca mitigar a falta de experiência dos jovens estudantes, que frequentemente assumem a responsabilidade de administrar orçamentos expressivos por ciclos que chegam a durar cinco anos.

“A formatura é um momento simbólico, mas o processo até ela envolve decisões financeiras complexas. Nosso trabalho é garantir que esse dinheiro esteja protegido, bem administrado e que todos saibam exatamente como ele está sendo usado”, explica Alexandre Kanaan, porta-voz da Keeper e especialista em governança financeira aplicada a formaturas.

A Keeper busca se posicionar como uma alternativa de prevenção de riscos em um setor que por vezes enfrenta problemas de gestão interna. Ao introduzir práticas de compliance e rotinas de educação financeira no ambiente acadêmico, a empresa visa oferecer previsibilidade para os estudantes, seus familiares e as comissões organizadoras durante toda a jornada universitária.

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