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Ação de reciclagem do Circuito Mar, realizada em Salvador durante o não-carnaval de 2021, vira tema de minidocumentário

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A necessidade de cancelar o Carnaval durante a pandemia afetou uma ampla cadeia de atividades e trabalhadores de diferentes setores. Neste cenário, com o intuito de minimizar os impactos socioambientais sofridos por cooperativas de reciclagem pela não-realização do evento em 2021, a Casa MAR, hub criativo localizado no bairro Rio Vermelho, em Salvador, que tem como objetivo fortalecer e resgatar a singularidade nordestina dentro do cenário artístico por meio de projetos de grande impacto, em parceria com a AMBEV e a SOLOS, promoveu em fevereiro uma ação de sustentabilidade que virou o tema do minidocumentário “Circuito Mar Reciclagem: Carnaval 2021”, lançado no IGTV @casamar.art.

Traçando paralelos entre o Carnaval de 2020 e o deste ano, o projeto audiovisual mostra como, um ano após o início das restrições de atividades devido à pandemia, os catadores de materiais recicláveis foram afetados diretamente pela ausência de eventos. Trazendo a sustentabilidade e a busca por um mundo com mais empatia e solidariedade como seu principal tema, o minidocumentário, em formato do curta, revela depoimentos de quem participou do movimento, que contou com uma mobilização de milhares de pessoas que descartaram corretamente seus resíduos e deram visibilidade ao trabalho dos catadores.

A iniciativa retirou mais de 35 toneladas de materiais, como latinhas de alumínio, garrafas PET e de vidro, caixas de papel e até óleo de cozinha e gerou cerca de R$ 100 mil em renda para mais de 200 cooperados. “A união entre a SOLOS, Casa MAR, Ambev e cooperativas de reciclagem foi algo realmente grandioso. O resultado e a possibilidade de fortalecer e valorizar o trabalho socioambiental realizado pelas cooperativas, inspirando que a reciclagem seja uma atitude que vire parte do cotidiano de cada um de nós, nos mobiliza diariamente, por isso, o lançamento deste documentário é tão importante. Queremos mostrar que juntos podemos mudar o mundo”, explica Saville Alves, sócia cofundadora da SOLOS e correalizadora do projeto.

Apoiada pela Casa Mar, hub criado pela MAP Brasil, uma das maiores e mais conceituadas agências do mercado publicitário e artístico nacional, a ação fez parte de uma das iniciativas realizadas pelo Circuito Mar, programação digital e cultural que aconteceu nos dias de carnaval com o intuito de levar à casa dos foliões um pouco da alegria e musicalidade típicas do carnaval baiano. Tendo como um de seus pilares a sustentabilidade, a Casa MAR continuará dando suporte a projetos e ações de cunho sustentável nos próximos meses, servindo também como palco para trocas e debates sobre o assunto.

Com patrocínio da AMBEV e apoio do Hiperideal, o projeto é uma realização da One Stop, MAP, SOLOS e Casa MAR, com a participação das cooperativas CAEC, CAMAPET, COOPERGUARY e COOPERBARI .
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Ampro adere a movimento do setor de eventos contra o veto 19/2021

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A  Ampro – Associação de Marketing Promocional / Live Marketing une-se às associações dedicadas ao setor de eventos e publica um Manifesto contra o veto 19/2021, relacionado ao PERSE – Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, criado para socorrer o mercado de Eventos no país. Depois da sanção do Programa, em maio, pelo Governo Federal, o Poder Executivo optou pela aposição de vários vetos ao texto, que comprometem a eficácia e o alcance das medidas de socorro ao setor.

“A AMPRO conta com a sensibilidade do Congresso Nacional, para que possa consolidar este instrumento de sobrevivência aos integrantes desta cadeia produtiva, através da rejeição ao Veto nº 19/2021, de forma especial nos pontos ainda não solucionados em outro instrumento”, apela o presidente executivo da AMPRO, Alexis Pagliarini.

Estes são os pontos do Veto 19/2021, com posicionamento contrário pelo setor de Eventos:

 

– Art. 4º – Desoneração fiscal para recuperação de margem na retomada das atividades.

– Art. 5º – Criação de novas fontes de recursos para cumprimento das disposições do programa

– Art. 6° – Indenização com base nos gastos com folha de pagamento aos que tiveram mais de 50% de redução no faturamento, estendendo o braço a quem empregou mesmo no colapso.

– Art. 19 – Destinação de 3% do produto da arrecadação das loterias para cumprimento das ações do programa, complementando as fontes de compensação.

 

“Desta maneira, o Setor de Eventos – que ainda não é capaz de mensurar o tamanho da devastação econômica, e nem vislumbra retomada à normalidade de suas atividades antes da imunização de toda a população brasileira – vem mais uma vez clamar ao Congresso Nacional, que possa consolidar este instrumento de sobrevivência aos integrantes desta cadeia produtiva, através da rejeição ao Veto nº 19/2021”, diz um trecho do Manifesto da AMPRO contra o Veto.

Confira a íntegra do Manifesto publicado pela AMPRO:

PELA DERRUBADA DO VETO 19/2021

PL 5638/2020 (Lei 14.148/2021) – Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos – PERSE  – O Congresso Nacional não se furtou a reconhecer o gigantesco colapso vivido pelo Setor de Eventos, em decorrência da pandemia de COVID-19. E explicitou sua preocupação e integral apoio através da aprovação do PL 5638/2020 em votações unânimes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Ainda durante o período de Sanção Presidencial, mais uma vez as diversas lideranças do Congresso apoiaram o pleito de sanção integral do projeto. Entretanto, o Poder Executivo optou pela aposição de vários vetos ao texto. Comprometendo de maneira profunda a eficácia e o alcance das medidas de socorro ao Setor de Eventos.

Cumpre-nos ainda destacar a superação de toda e qualquer argumentação, quanto ao cumprimento das regras fiscais por parte do projeto, tendo em vista a aprovação do PLN 2/2021 que alterou a LDO (Lei 14.143/2021) e relevantes decisões do STF (ADI 6.357/DF e ADI 6.102/RR). Também comprovada a viabilidade financeira ao Governo, através de estudo capitaneado por especialistas do Setor de Turismo com apoio da FGV, onde vaticinou-se que a manutenção das empresas e empregos do setor, além de induzirem a desaceleração da crise, acelera o processo de recuperação e impacta positivamente em setores correlatos (efeito multiplicador). Resultando em: (a) Retorno total dos investimentos ao tesouro federal em no máximo 5 anos, número que cai para 3 anos considerando a arrecadação de outros entes da federação; (b) Saldo Positivo aos cofres públicos, em um período de cinco anos, em arrecadação de tributos, na casa de R$ 19,5 bilhões.

Contudo, não obstante o compromisso público do Governo Federal de criar um novo programa atendendo os pontos vetados no PERSE, sobretudo no tocante à DESONERAÇÃO FISCAL, tal iniciativa não prosperou após negativa retrocedente do próprio Governo (mesmo em um momento em que a estratégia de desonerações a outros setores atinge a marca de R$ 310 bilhões anuais, frente a uma demanda de socorro temporário, que alcançará no máximo R$ 5 bilhões, ao setor mais afetado economicamente pela pandemia).

Desta maneira, o Setor de Eventos – que ainda não é capaz de mensurar o tamanho da devastação econômica, e nem vislumbra retomada à normalidade de suas atividades antes da imunização de toda a população brasileira – vem mais uma vez clamar ao Congresso Nacional, que possa consolidar este instrumento de sobrevivência aos integrantes desta cadeia produtiva, através da rejeição ao Veto nº 19/2021, de forma especial nos pontos ainda não solucionados em outro instrumento.

Conheça os pontos do Veto 19/2021, com posicionamento contrário pelo Setor de Eventos:

Art. 4º – Desoneração fiscal para recuperação de margem na retomada das atividades.

Art. 5º – Criação de novas fontes de recursos para cumprimento das disposições do programa

Art. 6° – Indenização com base nos gastos com folha de pagamento aos que tiveram mais de 50% de redução no faturamento, estendendo o braço a quem empregou mesmo no colapso.

Art. 19 – Destinação de 3% do produto da arrecadação das loterias para cumprimento das ações do programa, complementando as fontes de compensação.

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SBT lança plataforma de games em parceria com a Azerion

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De todo o universo gamer, os jogos mais jogados são os casuais. Além da diversidade de gêneros, podem ser acessados online pelo celular e outros devices a qualquer hora e lugar. Muitos não se dão conta, mas é quase impossível encontrar quem não se entregue a um bom joguinho de celular ou até mesmo o velho “paciência” do computador. Agora, esse universo de jogadores tem o parceiro ideal. Trata-se da plataforma GG-Games Grátis do SBT Games, que fez parceria com a Azerion – multinacional holandesa de entretenimento digital com negócios nas áreas de games, vídeos digitais e mídia – para o desenvolvimento do projeto, que será lançado dia 8 de dezembro (quarta-feira).

GG – Game Grátis do SBT Games já conta com mais de cem jogos para todas as idades e gostos, divididos em sete categorias: Puzzle, Esportes, Corrida, Hypercasual, Multiplayer, Aventura e Ação. Um acervo que reúne desde clássicos, como Sudoku, Solitaire e Caça-Palavras, a títulos inspirados em sucessos da cultura pop, como Among Us e a série sensação do momento Round 6. Para amantes de jogos antigos, uma das categorias, a Hypercasual, traz, entre outros, alguns títulos nostálgicos da Atari, como Centipide e Asteroids.

Para Willian Pesenti, diretor do SBT Games, esse modelo foi pensado para atender o perfil do telespectador da emissora que, dentro de sua programação, já encontra muita diversão, pois o entretenimento está no DNA do SBT. Os jogos já agitam a audiência na programação televisiva e, agora, são elevados a um novo patamar com a plataforma no ambiente digital. “O SBT Games foi criado tendo como base o perfil de nosso telespectador. Assim, há games para quem prefere clássicos ou uma boa aventura, bem como para os que curtem acelerar pelas pistas de corrida e, até mesmo, para aqueles que gostam de reunir os amigos em uma jogatina multiplayer”, diz Pesenti.

Segundo Leandro Veríssimo, country manager da Azerion para o Brasil, a curadoria da página é feita em conjunto pela empresa e a área de games do SBT. A Azerion, além de disponibilizar os jogos e desenvolver a plataforma no modelo white label, totalmente customizável, fará mensalmente a atualização da plataforma e será responsável pela sua monetização. Os jogos são compatíveis com qualquer dispositivo, podendo ser acessado por tablets, smartphones e computadores, sem necessidade de download para começar a diversão.

O GG-Games Grátis do SBT Games será atualizado mensalmente com dezenas de novos títulos. O catálogo de games é parte do inventário do Game Distribution, plataforma de games da Azerion, com mais de 16 mil jogos.

“Esse é um projeto white label, desenvolvido especificamente para o SBT, com total identificação com as características da emissora para, consequentemente, atender as expectativas de seu público. Por meio da publicidade programática, monetizamos o espaço e criamos uma frente de negócios para o cliente, bem como remuneramos os desenvolvedores dos games”, ressalta Veríssimo.

Segundo ele, esse modelo é similar ao Playtime, projeto da Azerion com John de Mol, o dono da Endemol, produtora holandesa de televisão, especializada em reality shows, com a diferença de que, lá, é preciso fazer uma assinatura, enquanto, aqui, o acesso aos jogos é 100% gratuito. “O SBT é dono da marca e cuida do relacionamento com a audiência e nós da manutenção e monetização. Para o SBT Games, por exemplo, esse tipo de parceria possibilita também alcançar novos usuários, aumentar o engajamento com a marca e ter um fluxo de receita adicional com relatórios em tempo real”, conclui o executivo da Azerion.
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