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Com projetos ambiciosos para 2021, Gauge reforça sua equipe

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Gaugeconsultoria de produtos digitais e performance, inicia o ano com movimentações que reforçam a estratégia de crescimento da empresa, que hoje tem entre seus principais clientes Abbott, Pearson, Gol Linhas Aéreas, ItaúGPANike e Vivo. O atual diretor de Novos Negócios do Grupo Stefanini, Guilherme Stefanini, assume como CEO da empresa e tem a missão de fortalecer o ecossistema de marketing digital do Grupo Stefanini.

Além de Guilherme Stefanini, a Gauge traz para o time Amanda Gasperini e Felipe Rodriguez, que atuarão, respectivamente, como head da prática de Marketing Analytics e head de Operações. “Ao combinar a visão de marketing e de negócios, trazemos uma grande expertise para nos ajudar a solucionar os desafios dos clientes. A Gauge tem grande capacidade em entender as necessidades e evoluções do consumidor, aterrissar as melhores soluções para nossos clientes com capabilities, que vão de skills em comunicação e criatividade até a execução técnica integrada via marketing analytics. Usamos a inteligência dos dados para potencializar negócios, conectar pessoas e criar experiências”, destaca Stefanini.

Antes da Gauge, Felipe Rodriguez atuou por mais de 15 anos no mercado publicitário e de marketing para grandes marcas. Ele vem da agência DPZ&T, onde atendeu clientes como VivoMcDonald’sNatura e Petrobras. Já Amanda Gasperini, professora de Digital Analytics, Data Science, Attribution e Integrated Communication Analysis em cursos de pós-graduação e MBA na ESPM, trabalhou durante oito anos na Fbiz – três deles como diretora de Inteligência e Estratégia – e como coordenadora de Business Intelligence na iProspect, empresa do grupo DAN.

Guilherme Stefanini acredita que 2021 será um ano ambicioso para a Gauge, com a chegada de novos clientes e ampliação do escopo de trabalho nas marcas que trabalham atualmente. “Com uma série de aquisições nos últimos anos, a Stefanini, que sempre esteve muito presente no mercado de tecnologia e inovação, mostra que tem expertise e apetite para crescer sua participação em marketing digital”, complementa.

Além da Gauge, compõem o ecossistema de marketing do Grupo Stefanini as seguintes empresas: Inspiring (plataforma de engajamento), a romena Infinit a W3hausHUIA (digital commerce), Brooke (produtora de conteúdo digital) e CAPS (atuação in house nos clientes).

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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