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Com Gisele Bündchen, C6 Bank lança plataforma C6 Invest

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Com Gisele Bündchen, C6 Bank lança plataforma C6 Invest

Depois de comemorar, com Gisele Bündchen, a marca dos 10 milhões de clientes, o C6 Bank lança hoje uma nova companha com a supermodelo para apresentar ao mercado sua plataforma de investimentos, batizada de C6 Invest, que nasce para ser uma das mais competitivas do país e se tornar referência entre os investidores brasileiros.

“Com regras claras, sem letras miúdas e com produtos que atendem aos interesses exclusivos dos investidores, o C6 Invest representa o compromisso do banco com a verdade e transparência, valores que são personificados na figura da Gisele”, afirma Alexandra Pain, head de marketing do banco. “Faz todo sentido tê-la conosco neste momento, em que mostramos ao mercado uma plataforma que veio para mudar o jeito de investir.” Segundo ela, o banco tem como compromisso não usar asteriscos em suas comunicações e adota uma filosofia de investimento sem ilusões de enriquecimento imediato.

A campanha criada pela Tech and Soul reforça o valor do C6 Bank de manter relações transparentes com seus clientes e apresenta o C6 Invest como um novo conceito de investir. No filme, Gisele mostra que, assim como no mundo da moda, há muito glamour quando se fala sobre investimentos, mas nem sempre o que se oferece no mercado é a melhor opção para as pessoas. Com veiculação nacional, a campanha traz a assinatura “C6 Bank. É da sua vida”, que acompanha a empresa desde seu lançamento, e será veiculada em TV aberta e paga, rádio, mídia OOH (Out of Home) e mobiliários urbanos em geral, cinemas, mídia impressa e digital.

“Todos já conhecem a supermodelo nas passarelas, mas essa campanha traz uma Gisele em um cenário sem grandes produções, o que é uma forma de mostrar a transparência e inovação do C6 Invest. Esses valores são muito importantes quando se fala em investimentos, e relevantes também para a Gisele, que se identificou e aceitou protagonizar mais essa campanha do banco”, explica Flavio Waiteman, sócio e CCO da Tech and Soul.

O C6 Bank começou a montar sua plataforma de investimentos há dois anos, aumentando gradualmente a oferta, com renda fixa, renda variável, mais de 250 fundos e uma Conta Global de Investimentos que dá aos clientes a possibilidade de investir diretamente no exterior. Agora, o banco dá um passo importante ao reforçar a estratégia com o lançamento de produtos e serviços próprios, desenvolvidos internamente. O mais recente deles é o C6 TechInvest: um serviço de assessoria que usa tecnologia para auxiliar o cliente a diversificar seus investimentos de forma personalizada. Ele sugere, sem o intermédio de consultores ou conflito de interesses, uma carteira customizada com ativos do Brasil e do exterior, de renda fixa a metais preciosos.

 

As novidades na área de investimento anunciadas neste mês coincidem com o momento em que o banco completa dois anos de operação e ultrapassa a marca dos 10 milhões de clientes, em 100% dos municípios brasileiros.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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