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ClickBus aposta no poder do engajamento digital com o novo programa “Indique e Ganhe”

A ClickBus, aplicativo de vendas de passagens de ônibus online no Brasil, anuncia a evolução estratégica de seu programa de fidelidade “Indique e Ganhe” (Member Get Member – MGM). A iniciativa foi totalmente reformulada: o programa, que antes era restrito a um formato exclusivo via e-mail, agora é centralizado e só pode ser ativado diretamente no aplicativo, ação que o consolida como o principal hub de relacionamento da marca. O movimento visa transformar clientes satisfeitos em verdadeiros embaixadores digitais.
O novo modelo é uma resposta direta à confiança do consumidor, uma vez que uma pesquisa recente da travel tech apontou que 76% dos viajantes confiam mais em indicações pessoais do que em publicidade tradicional. Segundo Michelle Xavier, diretora de marketing e growth da ClickBus, o objetivo da reformulação é valorizar o consumidor como voz autêntica da marca e reforçar uma estratégia de crescimento orgânico. “Acreditamos que nada substitui a experiência real do viajante. O ‘Indique e Ganhe’ reconhece essa influência e transforma cada recomendação em uma oportunidade de conexão verdadeira, transformando clientes satisfeitos em verdadeiros embaixadores digitais,” afirma.
A reformulação é um passo importante para simplificar a arquitetura de benefícios da empresa. O programa abandonou a funcionalidade exclusiva via e-mail, onde a jornada de indicação era mais restrita, e passou a operar de forma completa dentro do app, ao lado de outros benefícios como o Clube ClickBus e CashBack. A mecânica de recompensa foi simplificada e agora premia a indicação nas duas pontas da jornada: o convidado recebe R$ 25,00 na primeira compra, e quem indica ganha R$ 20 em créditos após a conclusão do embarque do amigo.
Para ampliar o alcance da ação, a empresa investe em uma comunicação integrada e multicanal. A estratégia utiliza as redes sociais não como um canal de massa, mas como um motor de crescimento que direciona o cliente para o aplicativo, com campanhas digitais e parcerias com influenciadores que compartilham experiências genuínas de viagem. “A ação reforça o propósito da marca de tornar o transporte rodoviário mais acessível, conectado e colaborativo”, diz Michelle.
A dinâmica do MGM empodera o cliente a ser o agente da divulgação. O embaixador acessa seu link exclusivo diretamente no aplicativo e tem total controle sobre como e com quem compartilhá-lo, seja em suas redes sociais, WhatsApp ou qualquer canal de contato pessoal. Ao fornecer um link personalizado, a travel tech garante o compromisso com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pois não tem acesso à lista de contatos do promotor nem aos dados pessoais do indicado até que este realize a primeira compra na plataforma.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







