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Clear Channel inicia instalação de relógios de rua e promove campanha para homenagear Porto Alegre

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A Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home do mundo, iniciou a instalação dos relógios de rua de Porto Alegre. O primeiro equipamento foi montado na Avenida Edvaldo Pereira Paiva, na rótula de entrada para a Avenida Loureiro da Silva, junto à Orla do Guaíba.


Até setembro, 15 equipamentos serão instalados. A conclusão total dos 168 relógios será realizada em até 24 meses e faz parte do primeiro acordo de concessão de mobiliário urbano concluído pela Prefeitura Municipal, integrando um projeto amplo para transformar Porto Alegre em uma cidade mais segura e conectada, com serviços agregados e mais eficientes.


A Clear Channel desenvolveu um modelo de relógio eletrônico digital com as principais características da capital gaúcha para atender as necessidades da população. A concepção traz design clássico e atemporal dos equipamentos, traduzindo uma unidade visual capaz de se adequar ao padrão urbano da cidade, permitindo seu uso em diferentes estilos arquitetônicos.


A primeira etapa de instalação começou em março com a execução das bases em concreto para receber os equipamentos novos e com o recolhimento dos relógios antigos. Até o momento 80 locais já estão com esse trabalho concluído. Por conta da pandemia, alguns fornecedores internacionais e nacionais da empresa foram impactados e tiveram que suspender as atividades momentaneamente.

Os relógios recebem componentes de fornecedores no Brasil, França e China, três dos países mais impactados pela Covid-19. “Em um esforço conjunto com a prefeitura, conseguimos ajustar o cronograma e estamos adiantando a montagem dos primeiros equipamentos, prevista para setembro”, destaca o diretor de Desenvolvimento e Inovação da Clear Channel Brasil, Thiago Gadelha.


A instalação dos novos relógios é um investimento 100% privado, sem qualquer custo aos cofres públicos. A concessão dos relógios, assim como a de placas de rua, entrega um serviço de qualidade e com mais agilidade para o cidadão. Além disso, possibilita o ingresso de receitas destinadas à realização de novos investimentos que contribuem para mais melhorias para a cidade. “A instalação faz parte do primeiro acordo de concessão de mobiliário urbano concluído pela prefeitura, integrando um projeto amplo para transformar Porto Alegre em uma cidade mais segura e conectada, com serviços agregados e mais eficientes”, destaca o prefeito Nelson Marchezan Júnior.

A cidade não possui relógios de rua desde julho de 2015.
Campanha Porto do Amanhã – Para comemorar a instalação dos relógios de rua, a Clear Channel convoca a população da capital gaúcha a fazer parte deste processo de modernização. Para isso, criou a campanha Porto do Amanhã, que irá colorir as ruas do município com artes criadas pelos próprios moradores. Os interessados em participar devem produzir uma arte em homenagem à cidade com uma mensagem de boas-vindas.


Os porto-alegrenses mais criativos terão suas obras selecionadas para veiculação nos novos relógios de rua de Porto Alegre. Enquanto os equipamentos são instalados, as artes serão exibidas no hotsite Porto do Amanhã e nas redes sociais da Clear Channel.

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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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