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Chevrolet traz tecnologia hiper-realista no Brasil

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No dia 29 de abril, a Chevrolet iniciou uma campanha de mídia OOH como parte da estratégia de comunicação do lançamento da Nova Montana – modelo que une o conforto e a dirigibilidade de um SUV, com a robustez e a versatilidade de uma verdadeira picape. A iniciativa consiste em um cubo com painéis de led, com estrutura de 40 metros quadrados, que tem a Nova Montana em destaque, utilizando uma tecnologia hiper-realista que cria um efeito 3D. O público impactado tem uma experiência imersiva em que o carro está saindo da tela, em função da técnica de perspectiva forçada, tornando o carro um elemento anamórfico, com tecnologia pela primeira vez usada no Brasil.

A campanha, iniciada no parque do Ibirapuera, em São Paulo, passará por diversas localidades Brasil afora. Ainda em território paulista, estará também no parque Villa Lobos, no Corporate Towers, prédio em que fica o escritório da WMcCann São Paulo, e na fábrica da GM em São Caetano do Sul. Em seguida, o cubo percorrerá 5,7 mil quilômetros e será exposto em pontos icônicos e com grande circulação de pessoas, nas cidades do Rio de Janeiro, Goiânia, Salvador e Curitiba. Nos parques públicos, haverá também distribuição de brindes ao público, como bonés da marca Chevrolet e garrafas de água. O road show termina no dia 1º de julho.

A expectativa é atingir mais de 800 mil pessoas presencialmente – 140 mil apenas no fim de semana de lançamento – e aproximadamente 15 milhões no total, somadas as repercussões nas redes sociais e em mídia não paga. Durante toda a ação serão reforçados os principais atributos do produto, como a alta capacidade de carga e a impermeabilidade da caçamba.

Essa é a primeira vez que um cubo desse tamanho e com essa tecnologia – chamada “perspectiva forçada” – é utilizado no Brasil. Em seus 40 metros quadrados, com peso de mais de 1,5 tonelada, são utilizadas 120 placas de LED P3.9 Outdoor, o que corresponde ao que há de mais moderno no segmento de mídia Out of Home atualmente. Vale destacar, ainda, que todas as autorizações com as prefeituras e órgãos públicos foram captadas, para garantir a sustentabilidade e a viabilidade da ação no país. A iniciativa foi inspirada em cases realizados no Reino Unido e em países da Ásia, como China e Coreia do Sul.

“Nossos produtos têm se tornado cada vez mais inovadores, o que requer campanhas igualmente inovadoras. Esse é o caso da Nova Montana, um lançamento que veio para redefinir as configurações de picape no Brasil, unindo o que há de melhor no universo dos SUVs com a eficiência e robustez das picapes. Por isso, tínhamos que ser pioneiros também na hora de comunicá-la, trazendo essa nova tecnologia que até então era inédita para os brasileiros”, comenta Chris Rego, diretora-executiva de marketing da GM na América do Sul.

Para reforçar essa ação de mídia OOH assinada pela Commonwealth//WMcCann também serão realizadas exposições da Nova Montana e variadas ações de mídia de alto impacto em shoppings nas cidades em que o cubo for exibido, além de conteúdos nas redes sociais proprietárias e ações com influenciadores digitais.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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