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Cheil Latam anuncia nova liderança

A Cheil Worldwide apresenta Kangji Kim como o novo Presidente e CEO da Cheil América Latina, região que compreende os escritórios do grupo de comunicação no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Panamá, Guatemala, México e Peru. O executivo soma mais de 25 anos de experiência trabalhando com a Cheil Worldwide, contribuindo para fortalecer e melhorar os negócios em mercados emergentes, e representando grandes clientes globais, incluindo Samsung Electronics e afiliadas da Samsung.
Mr. Kim iniciou sua atuação na Cheil Worldwide em 1996 e, desde então, trilhou sua carreira rumo a posições de liderança na rede global. Trabalhou como Diretor na Cheil México, na Cheil África do Sul e, em 2013 foi nomeado CEO da Cheil África, passando a estar à frente dos negócios de toda a região. Antes de assumir como líder da América Latina, Kangji Kim ocupava o cargo de Presidente da Cheil CIS, região que compreende as agências do grupo localizadas nos países Rússia, Casaquistão e Ucrânia.
Trazendo consigo rica experiência e habilidades de gestão para melhoria dos padrões globais de negócios da agência, o novo Presidente e CEO da Cheil América Latina, afirma: “Estou muito entusiasmado e animado com este novo desafio. A América Latina é um mercado extremamente importante e, a cada ano, vem reafirmando seu grande potencial nos negócios de comunicação. Pretendo contribuir para continuar nossa missão de melhorar o desempenho comercial de nossos clientes com soluções otimizadas, estabelecendo conexões entre digital e varejo, e maximizando as experiências do consumidor com base em dados”.
A Cheil América Latina tem como clientes algumas das marcas mais renomadas do mundo, incluindo Samsung Electronics, Epic Games, Brahma, Nissan Credit e Office Depot, os quais a Cheil realizou com sucesso trabalhos de marketing para mídias sociais, mídia, digital e O2O (Online to Offline Marketing). Com esforços constantes para elevar o padrão, especialmente no setor digital e de varejo, a Cheil Latam conquistou o mandato digital da Beiersdorf para as marcas Eucerin e Curitas no ano passado, passando a cobrir nove mercados em toda a região. Mais recentemente, adicionou, ainda, a Chevron à sua lista de clientes para liderar a estratégia criativa na Colômbia e outros mercados na América Central, ganhou a conta digital da MG Motor para produzir sites regionais e locais nos próximos três anos e, no Brasil, conquistou os projetos de varejo da JBL, se tornando responsável pelo desenvolvimento de trabalhos focados no conceito phygital para a marca. A Cheil Latam conquistou também o primeiro lugar no WINA 2021, com a Cheil Brasil sendo eleita Agência do Ano e a Cheil Chile como a segunda agência mais premiada.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








