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Chá de Bebê do Magalu será promovido pela Lu, influenciadora virtual da empresa

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Chá de Bebê do Magalu será promovido pela Lu, influenciadora virtual da empresa

A Lu, influenciadora virtual do Magalu, apresenta em suas redes sociais o Chá de Bebê, um serviço lançado pela companhia em março. Em apenas quatro meses de funcionamento, a plataforma já teve 10 000 listas cadastradas e o nível de satisfação dos clientes, o NPS, ultrapassou a nota 85, no intervalo de – 100 a 100.

A ferramenta desenvolvida pelo Magalu é totalmente gratuita e tem o objetivo de facilitar a vida de gestantes, pais e familiares que desejam organizar uma lista de presentes, sem sair de casa, além de aproveitar os mais de 7 milhões de itens do segmento disponíveis no ecossistema da companhia. Nestes quatro meses, os produtos mais desejados pelas famílias, ou seja, que foram adicionados mais vezes nas listas foram: fraldas premium, sabonete líquido, creme para assaduras, lenço umedecido, shampoo e colônia.

Para divulgar o serviço, a Lu, do Magalu, maior influenciadora virtual do país, vai promover posts interativos em suas redes sociais — Instagram, Twitter e Facebook — , que já somam mais de 10 milhões de seguidores. “O Chá de Bebê do Magalu tem tudo a ver com a Lu, que é super conectada e está sempre atenta às novidades. Nesta campanha, vamos juntar o que há de melhor na companhia: tecnologia e facilidade aos clientes”, afirma Pedro Aranha, gerente de novos negócios do Magalu.

No Chá de Bebê do Magalu, todos os presentes recebidos viram créditos em um cartão e os novos papais e mamães podem resgatar os produtos que desejarem dentro do site, lojas ou no SuperApp do Magalu – além de contar com a entrega super rápida. O crédito fica disponível por um ano e pode contemplar as variadas necessidades do bebê e da família nesse período.

O time de criação do Magalu construiu o Chá de Bebê inspirado no modelo do Quero de Casamento, serviço de lista de presentes para noivos, que já participou da vida de mais de 150 000 casais. Somando os dois serviços, a companhia tem a melhor plataforma de listas do Brasil.

O Chá de Bebê do Magalu nasceu durante a pandemia de covid-19, para atender a demanda de um mercado que precisava de soluções digitais, mas deve permanecer na rotina das famílias, mesmo após a retomada dos serviços presenciais. A plataforma oferece facilidades e vantagens, tanto para quem presenteia, quanto para quem recebe o presente. Somente no ano passado, o setor materno-infantil movimentou mais de 2 bilhões de reais no mercado online.

O serviço disponibiliza até quatro tipos de listas diferentes com sugestões de presentes prontas para divulgação. Para quem prefere uma lista personalizada, a plataforma também permite escolher item por item, desde fraldas, roupinhas, mobiliário, brinquedos e também produtos para as mamães, que merecem um carinho especial durante esta fase.

Para criar a lista, é bem simples, basta acessar www.listasmagalu.com/chadebebe e seguir o passo a passo. Lá é possível inserir fotos, mensagens e contar a história da família. A plataforma funciona como uma solução de compras, mas também como um ambiente de interação entre pais e amigos.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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