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Cerveja Sol reforça posicionamento em esportes

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Sol, a cerveja premium fabricada com energia solar e pertencente ao portfólio do Grupo Heineken, finca sua bandeira nas regiões Nordeste e Centro-Oeste do Brasil com o anúncio do patrocínio oficial ao Sol Sertões Kitesurf e Sertões MTB, respectivamente. Agora parceira oficial e com naming right adquirido, a cerveja Sol estará presente na competição de mountain bike, marcada para os dias  27 a 29 de setembro, em Goiás, e, logo depois, na quarta edição de uma das principais provas de kitesurf, que acontecerá entre os dias 23 a 26 de outubro, no Ceará.

O anúncio de parceria com as duas principais competições brasileiras, em suas modalidades, reflete o posicionamento da marca que busca traduzir sua vibe solar em momentos da vida ligados aos esportes e práticas ao ar livre, assim como à música e festas com boas energias. “Para nós, não se trata apenas de um patrocínio, mas sim de uma parceria estratégica essencial que traduz nossa marca. Quando pensamos no Sertões, imediatamente o associamos à aventura, à celebração da vida e à possibilidade de aproveitar cada instante em lugares incríveis. A Sol é uma cerveja para momentos assim e estamos felizes com o que construiremos juntos”, comenta Guilherme Bailão, diretor de patrocínios do Grupo Heineken.

“Se há uma de nossas verticais em que a vibe solar está presente de forma mais marcante, certamente é o Kitesurf, em que atravessamos o litoral cearense e toda a sua luminosidade. Por isso, é uma grande alegria poder ter “SOL” dando nome ao maior rally de kite do planeta. O Sol Sertões Kitesurf mais uma vez desafiará os atletas na água e, fora dela, os fará viver uma atmosfera única, vibrante e cheia de energia”, destaca a CEO do Sertões, Leonora Guedes.

Sol Sertões Kitesurf acontece 100% na chamada Meca do Kitesurf, o Ceará, e deve atrair um grande número de atletas, aficionados e curiosos pelo esporte. Os velejadores darão início à competição nas praias de Fortim. Depois, passam por Aquiraz, Trairi, Itarema e finalizam a competição na Praia do Preá, no município de Cruz. Durante todos os dias da competição a cerveja Sol estará presente em diferentes momentos para que não só atletas, mas todas as pessoas tenham contato com a marca.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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