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“Cerveja de Novela”: Itaipava marca presença em “Um Lugar ao Sol”

Depois de um longo período sem exibição de novelas inéditas em virtude da pandemia da Covid-19, a TV Globo apresenta sua nova produção no horário nobre: ‘Um Lugar ao Sol’. E, por falar em sol e teledramaturgia, era impossível que a Itaipava não marcasse sua presença. Já reconhecida por manter seu protagonismo na emissora, e por ter sido a primeira marca de cerveja a realizar um projeto comercial em novela das 21 horas, a Itaipava estreou sua participação em ‘Um Lugar ao Sol’ no dia 19 de novembro.
Na nova trama, a Itaipava estará presente em três inserções de merchans e um break contextualizado especial com Cauã Reymond, que dá vida aos personagens Christian/Renato, protagonistas da novela. Com roteiro inédito, os telespectadores irão acompanhar no dia 22/11, além da ação dentro da trama, uma extensão em um break contextualizado no primeiro intervalo da novela. Para as datas do ano de 2022, a marca preparou aparições em cenas importantes que também acompanham o protagonista.
“‘Um Lugar ao Sol’ agora tem uma nova integrante: Itaipava, a cerveja de novela. E o público pode ficar de olho porque ela irá marcar presença em momentos importantes da trama e, especialmente, da trajetória do Christian, personagem que estou feliz em fazer. A Itaipava já tem sido uma grande parceira minha, e agora, é uma alegria dividir também o set de gravações com ela”, conta Cauã, que também é um grande parceiro da marca para ações.
A campanha
Criada em parceria entre marca, Globo e a agência WMcCann, a estratégia de comunicação reforça a presença da Itaipava no universo da teledramaturgia e a preferência pela cerveja no mercado, estando cada dia mais inserida em todos os pontos de contato com o consumidor. A marca também estará presente no gshow, com aparições em pautas repercutindo as ações de merchan, além de entregas também nas redes sociais e conteúdos exclusivos para Stories do gshow que contarão com a presença de talentos da trama, como Cauã Reymond e Andréia Horta.
“Estamos muito felizes em estrelar ‘Um Lugar ao Sol’, unindo entretenimento e alegria para passar a nossa mensagem. A Itaipava foi pioneira em novelas das 21h na TV Globo e, para nós, é uma honra estar mais uma vez dentro da casa dos brasileiros por meio de uma narrativa instigante e saborosa”, afirma Eliana Cassandre, head de Marketing do Grupo Petrópolis.
Influenciadores
Para potencializar a presença da marca na novela, a campanha contará com desdobramentos nas redes sociais, onde o Cauã Reymond, John Drops e Cleo Pires reforçam a Itaipava como a Cerveja de Novela.
“A Itaipava vem investindo em novos formatos de divulgação sempre usando a tecnologia como uma grande aliada, como foi na reprise de ‘Império’. Agora, aproveitamos o terreno da teledramaturgia e a faixa mais nobre da TV Globo para firmar o território da marca em novelas e cada vez mais próxima de seus consumidores”, explica Mariana Sá, CCO da WMcCann.
Participações da Itaipava em novelas
Nos últimos meses, a marca foi pioneira e protagonista na novela ‘Amor de Mãe’ ao estrelar o horário nobre da TV Globo, além de realizar inserções digitais inéditas na novela ‘Império’, reprisada pelo canal, com o uso da tecnologia digital product placement, sendo a primeira marca de cerveja a fazer o uso dessa inovação em uma novela já produzida.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







