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Centauro e Ecoville firmam parceria para venda online de produtos de limpeza

Rede de artigos esportivos abre seu canal digital, por meio do marketplace, para o facilitar acesso dos consumidores a itens de limpeza durante a pandemia
A Centauro, maior rede multicanal de artigos esportivos da América Latina, e a Ecoville, indústria e rede varejista de produtos de limpeza, anunciam uma parceria inédita. A partir desta semana, kits de produtos da Ecoville estarão disponíveis para compra no e-commerce da Centauro (www.centauro.com.br). Em meio à pandemia do novo coronavírus, a iniciativa visa facilitar o acesso dos consumidores – estimulados a permanecerem em isolamento social – a itens de limpeza, por meio do marketplace da plataforma.
“Estamos vivendo um momento ímpar e entendemos que todas as ações que auxiliem a população a atravessar esse período, respeitando as regras de distanciamento, são fundamentais e bem-vindas. Essa é a primeira vez que vendemos itens não relacionados diretamente ao esporte. Contudo, estamos abrindo espaço no nosso canal digital para um parceiro que, assim como nós, trabalha para cuidar da saúde dos brasileiros, o que reforça nosso compromisso em servir a sociedade”, comenta Gustavo Furtado, diretor executivo da Centauro, destacando que a Ecoville contará com toda a estrutura do e-commerce da companhia para comercialização de seus produtos.
Considerada a maior rede de lojas de itens de limpeza do país, a Ecoville fará sua primeira imersão no mercado digital por meio do marketplace da Centauro. A empresa, que em breve deve lançar um aplicativo próprio para a venda de seus produtos, ganhará agora mais agilidade na entrega dos kits vendidos através das centenas de franquias que funcionam como centro de distribuição. A exemplo das demais compras feitas na loja virtual, os itens de limpeza poderão ser parcelados no cartão de crédito.
“Enxergamos essa parceria como uma excelente possibilidade de negócio. Além de ter este viés estratégico e humanitário para a Centauro, que facilitará a compra de itens de limpeza online durante a pandemia, para nós será uma oportunidade de fortalecermos nossa marca e distribuirmos nossos produtos por meio de uma nova plataforma”, diz o CEO da Ecoville, Leonardo Castelo.
Segundo ele, a parceria com a Centauro “valoriza ainda mais a marca Ecoville e sua pegada de inovação”. “É uma plataforma totalmente diferente do nosso produto, mas que nos abre a porta para a geração de um grande conhecimento em market place”, comenta Castelo.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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