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Caroline Magalhães assume como Head de estratégias multicanais da NEOOH

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Caroline Magalhães assume como Head de estratégias multicanais da NEOOH

A NEOOH anuncia a chegada de Caroline Magalhães como nova Head de estratégias multicanais. Executiva com grande experiência na área digital, tendo atuado como VP de mídia e dados da Isobar e como gerente de mídia da FCA (Fiat Chrysler Automobiles), além de passagens por TV1, WMcCann e Loducca/MPM, ela assume a área recém-estruturada para ampliar as entregas baseadas no conceito Phygital OOH – que passa a oferecer soluções mobile integradas em todos os projetos de out of home da empresa.

“A evolução e o futuro do OOH passam, sem dúvidas, por uma entrega que une a força e impacto das telas nas ruas com o poder do digital. Com isso, será possível ampliar a eficácia das campanhas ao agregar o uso inteligente de dados e o dinamismo do mobile, quebrando qualquer barreira de geolocalização. A mensagem da marca pode estar nas ruas, com grande impacto, mas também na mão das pessoas, de forma personalizada. Esse movimento da NEOOH vai de encontro a tudo que as agências e os clientes procuram como uma solução realmente completa de out of home”, destaca Caroline.

Lançado em abril, o Phygital OOH da NEOOH garante a presença de seus anunciantes também em milhões de dispositivos móveis, complementando a estratégia de comunicação out of home. Com ela, é possível criar mensagens de marca a partir de diversas soluções, que incluem retargeting, ações de geolocalização e entrega de mensagens baseadas em diferentes segmentações, passando por horário, região de interesse, classe social ou mesmo o tipo de aparelho e operadora – sempre em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

“Acreditamos que o futuro do OOH é poder estar próximo do consumidor onde quer que ele esteja, da maneira mais pertinente, a partir do momento em que ele sai de casa. Com o Phygital OOH e a chegada da Caroline, vamos definitivamente amplificar as possibilidades de entrega e eficácia da nossa mídia, explorando o que há de mais inovador não só no out of home, mas em toda a mídia digital e de dados”, completa Leonardo Chebly, CEO da NEOOH.

A partir da chegada da nova Head, a área de estratégia multicanais também está sendo reforçada com profissionais de dados, planejamento e mídia, especialmente com perfis multidisciplinares que atuem focados nas melhores ações complementares entre o OOH e o digital. O departamento atuará ainda em parceria com o núcleo de produção criativa da NEOOH, que oferece aos clientes consultoria e execução para adaptação e otimização das campanhas a cada uma das soluções de mídia da empresa.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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