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Campus Party terá Fábrica de Empreendedores com apoio do Sebrae

Espaço exclusivo será montado na área Open, com acesso gratuito e aberto ao público em geral
Nos próximos três anos, o Sebrae e o Instituto Campus Party irão desenvolver o projeto Fábrica de Empreendedores durante as edições da Campus Party no país. A ideia é reunir, em um único espaço, várias atividades para desenvolver o empreendedorismo digital e fortalecer os ecossistemas de inovação junto a potenciais donos de pequenos negócios, principalmente de startups.
A estrutura será montada dentro das Campus Party na área Open, espaço gratuito e aberto ao público. Nas edições serão criados espaços exclusivos para a realização de diversas atividades, como desafios de inovação (hackathons), Maratona de Negócios, que possibilita que os participantes transformem uma ideia ou projeto de inovação em um empreendimento; capacitações, mentorias e conteúdo para startups por meio do Startups & Makers; além de apresentação de projetos inovadores desenvolvidos por estudantes universitários e de institutos federais, dentro do Campus Future.
Durante o lançamento da parceria com o Instituto Campus Party, nesta terça-feira (18) em Brasília, o presidente do Sebrae, Carlos Melles destacou o papel do Sebrae no apoio às iniciativas que buscam o desenvolvimento por meio do conhecimento, tecnologia e inovação. “O Sebrae está entrando de cabeça, porque se prepara para ser sinônimo de inovação. Essa união do Sebrae com a Campus Party demonstra que estamos no caminho certo. A ideia da Fábrica de Empreendedores é democratizar o acesso à cultura empreendedora no Brasil”, destacou Carlos Melles.
A previsão é que o projeto atenda aproximadamente 21 mil campuseiros (participantes da comunidade Campus Party) e 3 mil startups nesse período, além de 1.500 participantes nas maratonas de negócios e hackatons, totalizando aproximadamente 25.500 pessoas. A primeira experiência da Fábrica de Empreendedores será realizada na edição da Campus Party em Manaus, entre os dias 18 a 22 de março. Logo em seguida, será a vez da edição de Brasília, a iniciativa fará parte das comemorações dos 60 anos da capital federal. O evento ocorrerá entre os dias 29 de abril e 3 de maio. Ainda este ano, a Campus Party já está confirmada em Manaus, São Paulo e Goiânia.
Campus Day
Para o presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farrugia, a parceria com o Sebrae é de grande importância para o incentivo do empreendedorismo digital no Brasil. Além da Fábrica de Empreendedores, o Sebrae também vai participar do Campus Day, que levará ações de inovação e empreendedorismo para outras cidades onde não acontecem as edições presenciais da Campus Party. Ao todo serão realizadas nove iniciativas do Campus Day em locais a serem definidos com a participação das unidades regionais do Sebrae.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








