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Campanha mostra que Heinz é a marca do subconsciente das pessoas quando o assunto é Ketchup

Heinz, marca icônica e famosa no mundo todo por seu Ketchup, trouxe para o Brasil a campanha “Desenhe um ketchup”. No vídeo, a marca – sem se identificar – convida consumidores a desenharem um Ketchup, só isso. E o resultado confirmou a teoria da marca, a maioria das pessoas desenhou uma garrafa de Ketchup Heinz. O experimento social foi realizado com participantes de diversos países, incluindo o Brasil. No vídeo é possível ver as pessoas criando seus desenhos e mostrando, ao final, diversas versões da garrafa de Ketchup Heinz.
Questionado sobre a intenção da campanha, Daniel Gotlib, Diretor Associado de Construção de Marca e Inovação da Kraft Heinz Canadá, país de origem da campanha, afirmou que queria “Descobrir a associação instintiva e intuitiva que os consumidores têm entre ketchup e Heinz. Quando pedimos anonimamente aos consumidores que simplesmente desenhassem um ketchup, aprendemos que quando as pessoas pensam em ketchup, elas pensam e visualizam Heinz”.
No Brasil, a marca também provou que o Ketchup Heinz é o número um no subconsciente dos consumidores latinos. “Heinz é uma marca referência, uma verdadeira love brand e esse experimento só comprovou que, quando as pessoas pensam em ketchup, elas visualizam Heinz. Além da embalagem icônica, temos uma grande preocupação em reforçar nossa transparência e preocupação com qualidade e processos na receita, que faz o sabor ser reconhecido como incomparável, porque ninguém faz melhor que Heinz”, conta Cecília Alexandre, Diretora de Marketing da Kraft Heinz Brasil.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







