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Campanha interativa da HughesNet conecta crianças e Papai Noel

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A Hughes do Brasil, uma subsidiária da Hughes Network Systems LCC (HUGHES), anuncia o lançamento de uma campanha de Natal interativa para a HughesNet®, serviço de internet via satélite voltado a residências e pequenas empresas na área rural. Chamada de “Vida real”, a campanha destaca que o carinho, o amor e outros sentimentos característicos do Natal podem ser vivenciados graças à tecnologia e que, mesmo com as medidas de distanciamento social causadas pela pandemia de Covid-19, ainda é possível receber o afeto de amigos, familiares e até do Papai Noel.

Em um roteiro singelo e tocante, o filme para a TV mostra um menino e uma menina enfeitando a árvore na sala de casa, enquanto questionam os pais sobre a vinda do Papai Noel neste ano. Momentos depois, o telefone do pai toca com uma chamada de vídeo do Papai Noel – na realidade, o avô das crianças fantasiado. A atitude emociona os pais e garante a alegria dos pequenos.

“A campanha da HughesNet mostra que, apesar de todo esse período de isolamento social, podemos aproveitar a internet via satélite para vivenciar a proximidade, o amor e o espírito natalino”, diz Marcelo Juliato, Gerente de Marketing da Hughes e criador da campanha.

O grande diferencial da campanha está no hotsite que simula uma chamada de vídeo personalizada entre o Papai Noel e as crianças, criando um conteúdo interativo. Da mesma forma que as crianças do filme publicitário, os pequenos da vida real também poderão vivenciar um encontro virtual com o Papai Noel por meio da internet. Para isso, os pais ou responsáveis poderão acessar o hotsite www.natalviasatelite.com.br, selecionar o nome da criança e acessar a chamada de vídeo. Mais de 100 nomes foram definidos para que as crianças tenham uma experiência personalizada. Mesmo que o nome desejado não esteja disponível, ainda será possível selecionar uma mensagem carinhosa.

“Queremos transmitir para as crianças a experiência incrível de um encontro com o Papai Noel”, diz Rodrigo Cavalieri, Diretor de Marketing da Hughes no Brasil. “Essa campanha é um presente da HughesNet para as crianças que não poderão sair às ruas encontrar o Papai Noel nesse Natal, mas que podem aproveitar essas experiências de forma virtual, sem perder o encanto e o espírito natalino”, afirma.

Produzido pela Catalunya Filmes, o comercial para TV tem duração de 1 minuto e será veiculado em emissoras de todo território nacional. Uma versão estendida da campanha também será disponibilizada pela HughesNet nas mídias sociais.

“O sucesso das campanhas da Hughes vem de roteiros sempre bem cuidados, capazes de contar uma história que se conecta com o público”, diz o fundador da Catalunya Filmes, Caio Bocuti. Segundo Bocuti, já foram mais de 20 campanhas e ações desde o início da parceria da Hughes com a produtora, em 2018.

A gravação ocorreu em uma pousada no município de Piraquara, no interior do Paraná, cliente da HughesNet na vida real. Em razão da pandemia de Covid-19, atores e toda equipe técnica passaram por testes, garantindo que apenas pessoas com resultado negativo tivessem acesso ao set de filmagens. O time de apoio também contava com dois profissionais exclusivamente responsáveis pelos cuidados sanitários, como limpeza dos espaços, oferta de álcool em gel e troca das máscaras de proteção.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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