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Camila Queiroz é a nova embaixadora brasileira da Intimissimi

ma série de encontros e afinidades que levam para uma parceria muito desejada e celebrada. A afirmação poderia ser facilmente sobre a concretização de um casamento entre dois apaixonados, metáfora que talvez possa resumir perfeitamente esta nova união: a partir deste mês, a atriz Camila Queiroz ganha o título de embaixadora da Intimissimi, marca italiana de lingerie e nightwear, e passa a ser o rosto de suas comunicações e ações de marketing em todo o Brasil.
Como todo flerte que evolui para uma relação séria, não é de hoje que esse namoro vem se desenrolando. Há pelo menos três anos as duas partes demonstram sua admiração mútua por meio de iniciativas especiais, que incluiu desde a presença de Camila em um desfile da marca, em Verona, até o chá de lingerie da atriz, dias antes de seu casamento com o ator Klebber Toledo, onde ela pôde celebrar com suas madrinhas esse momento tão inesquecível.
“É indescritível a sensação de representar uma marca que sempre admirei tanto. A Intimissimi tem me acompanhado em momentos muito especiais da minha vida, estou muito feliz em estreitar nossos laços e abrir esse novo capítulo da nossa história juntos. É uma honra fazer parte de um time que celebra a feminilidade, a sofisticação e a individualidade de tantas formas, com uma expertise reconhecida não apenas no Brasil, mas em todo o mundo”, afirma Camila.
Alvaro Gutierrez, Country Manager do Grupo Calzedonia no Brasil, também celebra a parceria com entusiasmo. “A Camila incorpora como ninguém o espírito clássico e contemporâneo da Intimissimi. Muito além da beleza e da sensualidade, ela exala o carisma, a elegância e a naturalidade que fazem da mulher brasileira tão única e verdadeira. Sempre admiramos seu talento e personalidade, e é com imensa alegria que anunciamos a concretização dessa parceria”.
Focada na linha de básicos da marca, a primeira campanha de Camila Queiroz para a Intimissimi começa a ser veiculada nas principais revistas de moda, sites, redes sociais como Facebook, Instagram e YouTube, além de mídias de rua (out of home). Assinadas pelo fotógrafo Henrique Gendre, com styling de Daniel Ueda, vídeos de Matheus Mello (Studio 8588) e beleza de Henrique Martins, as imagens exalam o romantismo e a elegância da coleção Pretty Flowers, em peças confeccionadas com dois tipos de renda e design que ressalta a delicadeza das flores e a sensualidade feminina.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








