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Gaules anuncia renovação de contrato com a Twitch na Times Square

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Em plena Times Square, na cidade de Nova York (EUA), a Twitch e Gaules anunciaram a renovação de contrato entre o serviço de streaming e o criador de conteúdo e streamer. A ação da plataforma exibiu Gaules em um dos principais telões de mídia do mundo um vídeo com a trajetória de Alexandre Borba saindo da Zona Leste de São Paulo, enfrentando momentos delicados até chegar a ser o maior streamer do Brasil e um dos maiores do mundo.

O vídeo mostra a parceria bem estabelecida entre as partes no mundo dos games e eSports. A ação presta uma homenagem ao Brasil e destaca a vitória do ‘impossível’ da Tribo.

Em 2021, o streamer se consolidou como um comunicador que vem mudando a forma de se criar e consumir conteúdo, fechando o acordo de transmissão de toda temporada da NBA, o GP São Paulo de Fórmula 1 e mais recentemente, anunciou a criação de um podcast com o ex-jogador de futebol e craque, Ronaldo.

“Posso dizer que sou o cara mais feliz do mundo. Recebo essa homenagem como fruto do apoio incondicional que recebo da Tribo. Minha história ser passada em um espaço tão nobre como a Times Square é algo que nunca irei esquecer. Galera, o impossível aconteceu. Estamos na Times Square!”, vibrou Gaules, emocionado junto de sua equipe.

Gaules no The Game Awards

Além da ação com a Twitch, o streamer está nos Estados Unidos para participar do The Game Awards, onde concorre na categoria Criador de Conteúdo do ano. Competem ainda os streamers americanos Dream e Fuslie; e os espanhóis Ibai Llanos e TheGrefg. No Brasil, ele concorre como ‘Personalidade do Ano’ e ‘Melhor Streamer’ no Prêmio Esports Brasil 2021.

Atualmente, Gau – apelido dentro da Tribo – é o único brasileiro a aparecer no top 10 mundial em número de assinantes. Ele conta com a marca de 70 mil subscribers no canal (pessoas que pagam um valor mensal para contribuir com seus produtores de conteúdo preferidos). A renovação com a Twitch assegura que a ‘casa’ de seus fãs continuará sendo o serviço na duração do contrato. Confira aqui a lista de Top 10 de streamers com mais inscritos no Brasil.

A Twitch compartilha desta alegria “Em um momento em que comunidade é fundamental, criadores como Gaules são uma parte essencial da missão do Twitch de unir as pessoas. Gaules entende o que seu público ama e criou experiências valiosas e inovadoras que vão além dos jogos. Estamos entusiasmados em continuar nossa parceria e esperamos vê-lo continuar tendo sucesso com as possibilidades infinitas de transmissão na Twitch.”, disse Ignacio Estanga, vice-presidente de parcerias da Twitch LATAM.

Gaules é sócio do maior conglomerado dedicado aos fãs de cultura pop do Brasil, a Omelete Company. Para ele, a meta do canal para 2022 será seguir inovando a forma que se consome esporte e cultura pop no Brasil, estando na fronteira da inovação e na criação de novas formas de se conectar com a audiência não só em gaming e eSports, mas também nos esportes tradicionais.

Como exemplo disso, ele trouxe para a Twitch uma nova audiência para assistir NBA sem impactar a audiência da TV – e tem potencial para fazer muito mais. “Ontem, foi a Fórmula 1 e a NBA. Hoje, esse reconhecimento que nunca sonhei. Amanhã quem sabe onde a Tribo pode chegar?”, conclui o streamer.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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