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Cafuné lança campanha conectada com a geração TikTok

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A Cafuné, marca de petcare da Unilever, resgata elementos do passado para se conectar com os formatos atuais de divulgação e apresenta em sua nova campanha um divertido jingle criado pelo músico Hélio Ziskind, grande autor musical de sucesso que tem como destaque a famosa música sobre a hora do banho do castelo mágico que atravessou gerações.

O artista foi convidado pela marca para criar uma canção lúdica para tornar a hora do banho dos pets mais prazerosa e divertida. A criação deste jingle celebra também a inauguração do perfil da Cafuné em uma das principais plataformas de conteúdo do mundo, o TikTok.

Com composições melódicas e letras inteligentes, Hélio Ziskind construiu uma carreira sólida na música infantil. Uma das canções mais conhecidas de Ziskind, de 1995, narra o banho de um ratinho e é cantada no chuveiro por crianças e adultos desde então, trazendo diversão para esse momento. Vinte e sete anos depois, Hélio aceitou o desafio de compor um jingle para a hora do banho dos nossos amigos de quatro patas, a pedido da marca de petcare Cafuné.

“Eu fiquei animado com o convite de Cafuné, que trazia esse desafio de elaborar uma composição que fosse alegre e que chamasse a atenção de diversas gerações. E narrar esse momento de cuidado e intimidade entre tutor e pet foi uma coisa bem gostosa, fiquei muito satisfeito com o resultado, e acho que meu gatinho Fefi também ficou!”, afirma Hélio se referindo ao seu gato de estimação.

“Somos uma geração que praticamente aprendeu a tomar banho com a música do ratinho, era ligar o chuveiro que ela vinha na cabeça de forma automática. Pensamos ‘como seria se tivéssemos uma canção para envolver também o banho dos nossos pets?’ E não tinha como ser outra pessoa compondo, era uma missão assinalada para o Hélio”, afirma Renata Cunha, gerente de marketing de Cafuné.

Cafuné propõe que a hora do banho seja uma extensão da brincadeira dos bichinhos e o portfólio da marca traz produtos que prezam o bem-estar dos animais, com extratos naturais, sem parabenos e opções sem fragrância, garantindo a diversão. Com o estilo único de Ziskind, o jingle convida os pets com o “Vem Cáfuné!”, incentivando que os próprios tutores deem banho, aproveitando a oportunidade de fortalecer a conexão e confiança com o animal.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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